Polícia investiga relação do assassinato de advogada com sua prática profissional

Do Redator de Plantão

Foto: Reprodução

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A polícia investiga a relação entre o assassinato da advogada Severina Natalícia da Silva, que teve o corpo carbonizado no interior de Pernambuco, e suas atividades profissionais. O corpo da advogada de 44 anos apresentava marcas de três tiros na cabeça.

Por ter sido carbonizado, com fogo alimentado por pneus, o reconhecimento foi feito através da arcada dentária. A família identificou também uma sandália dela e o anel de formatura da advogada, que estava desaparecida há cerca de um mês.

Cerca de 20 pessoas já foram ouvidas pela polícia, que confirmaram a versão de que a vítima foi abordada por dois homens. Severina Natalícia da Silva morava sozinha e não tinha filhos. Ela atuava há 10 anos em causas trabalhistas, civis e previdenciárias.

O corpo desfigurado estava em um canavial, numa área próxima a uma rodovia desativada no limite entre o município de Água Preta e Gameleira, na Zona da Mata Sul de Pernambuco.

Na entrevista coletiva realizada nessa segunda-feira (06), o delegado responsável pelas investigações Bruno Vital não descartou as hipóteses possíveis:

A polícia diz que o inquérito sobre o assassinato da advogada Severina Natalícia da Silva será concluído em 30 dias. O presidente da Ordem dos Advogados de Caruaru Almério Abílio da Silva fala das medidas tomadas até agora:

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