Audioteca | COMPORTAMENTO

Se meu mundo caiu, eu que aprenda a levantar? Especialistas discutem a luta contra a solidão


Clarissa Siqueira recebe o psicólogo Valdenilson Ribas e o psiquiatra Edésio Lira para falar do que leva a uma pessoa se sentir sozinha a ponto de adoecer

Publicado em 12/01/2016, às 05:48


Da Rádio Jornal
Postado por Luiza Falcão
Foto ilustrativa: reprodução/internet


Maysa, a rainha brasileira da bad, não está sozinha quando o assunto é solidão. A autora de "Meu mundo caiu", também imortalizou "Ne me quitte pas" do belga Jacques Brel, precussor da bad. Paulinho da viola escreveu "Dança da solidão", que ficou conhecida na voz de Marisa Monte, enquanto Núbia Lafayette imortalizou sucessos como "Devolvi" e "Fracasso". Adilson Ramos cantou a "Solidão" com maestria e Amado Batista exultou o a sensação de 'nó na garganta' em "Estou só". Aliás, quando o assunto é tristeza e solidão, os mundos da música, dos filmes, das novelas e dos livros sabem aproveitar os sentimentos negativos como instrumento da criatividade.

Mas, o que faz uma pessoa ficar tão só e tão melancólica a ponto de adoecer ou se isolar? E quando uma pessoa aparenta ter uma vida normal, vive cercada de gente, mas se sente tão só que não consegue explicar? As vezes a causa é de fundo emocional, às vezes é hormonal e, às vezes, é inexplicável.

Para falar sobre o assunto, Clarissa Siqueira recebeu o o psicólogo especialista em neurofeedbeck, Valdenilson Ribas, e o médico especializado em psiquiatria clínica e terapias biológicas, Edésio Lira. Os profissionais lembraram que os tratamentos são baseados na enconversa com o paciente e são extremamente delicados e individuais. Ao término do tratamento, existe uma reavaliação do quadro, seguida ou não de alta. 

Em alguns casos, o paciente tem tanto medo de sentir aquele vazio novamente que chega a mentir para o médico ou psicólogo sobre estar curado. Não há como garantir que a solidão não vai voltar. Voltando ao início do texto, um pouquinho de "bad" não faz mala a ninguém. Mas, viver com ela, ninguém merece.

Audioteca

Se meu mundo caiu, eu que aprenda a levantar? Especialistas discutem a luta contra a solidão



Publicado em 12/01/2016, às 05:48


Da Rádio Jornal
Postado por Luiza Falcão
Foto ilustrativa: reprodução/internet


Maysa, a rainha brasileira da bad, não está sozinha quando o assunto é solidão. A autora de "Meu mundo caiu", também imortalizou "Ne me quitte pas" do belga Jacques Brel, precussor da bad. Paulinho da viola escreveu "Dança da solidão", que ficou conhecida na voz de Marisa Monte, enquanto Núbia Lafayette imortalizou sucessos como "Devolvi" e "Fracasso". Adilson Ramos cantou a "Solidão" com maestria e Amado Batista exultou o a sensação de 'nó na garganta' em "Estou só". Aliás, quando o assunto é tristeza e solidão, os mundos da música, dos filmes, das novelas e dos livros sabem aproveitar os sentimentos negativos como instrumento da criatividade.

Mas, o que faz uma pessoa ficar tão só e tão melancólica a ponto de adoecer ou se isolar? E quando uma pessoa aparenta ter uma vida normal, vive cercada de gente, mas se sente tão só que não consegue explicar? As vezes a causa é de fundo emocional, às vezes é hormonal e, às vezes, é inexplicável.

Para falar sobre o assunto, Clarissa Siqueira recebeu o o psicólogo especialista em neurofeedbeck, Valdenilson Ribas, e o médico especializado em psiquiatria clínica e terapias biológicas, Edésio Lira. Os profissionais lembraram que os tratamentos são baseados na enconversa com o paciente e são extremamente delicados e individuais. Ao término do tratamento, existe uma reavaliação do quadro, seguida ou não de alta. 

[uolmais_audio 15733268]

[uolmais_audio 15733269]

[uolmais_audio 15733271]

[uolmais_audio 15733273]

[uolmais_audio 15733276]

[uolmais_audio 15733274]

Em alguns casos, o paciente tem tanto medo de sentir aquele vazio novamente que chega a mentir para o médico ou psicólogo sobre estar curado. Não há como garantir que a solidão não vai voltar. Voltando ao início do texto, um pouquinho de "bad" não faz mala a ninguém. Mas, viver com ela, ninguém merece.