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Atitude Adotiva: a participação dos famosos no processo de adoção


No quadro desta quinta-feira, o colunista Márcio Francisco falou sobre alguns termos aplicados aos filhos

Publicado em 27/04/2017, às 23:31


Rádio Jornal

Gloria Maria e filhas.
Foto: Divulgação

A adoção por pessoas famosas é bastante discutida, alguns gostam de exposição dos filhos como o casal Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank, outros não omitem, mas preferem uma vida mais "comum" com os filhos longe dos holofotes como é o caso da jornalista Glória Maria. Sobre o assunto, o professor, coordenador do Grupo de Apoio à Adoção (GAA) do Paulista e pai por adoção, Márcio Francisco trouxe reflexões no quadro Atitude Adotiva desta quinta-feira (27).

Ouça a coluna na íntegra:

Reflexão do Colunista

Quando se pensa em adotar, ainda, surge a incerteza da origem e destino daquele filho: “será que vai dar certo? E se meu filho não se tornar um homem de bem?”; “não conheço nenhum caso que tenha dado certo”. Queremos dar a oportunidade das pessoas conhecerem histórias de pessoas famosas que vieram de uma família por adoção.

Steve Jobs – A genitora de Steve, durante a gravidez, estava sozinha, sem apoio da família ou do companheiro e viu como única opção deixar Paul Reinhold Jobs, mecânico e ex-membro da guarda costeira e Clara Hagopian Jobs, filha de imigrantes armênios, adotarem seu filho.



Nelson Mandela - Quando Mandela tinha nove anos de idade em 1927, seu pai morreu. Ele então foi enviado para a vila real de uma tribo sul-africana, onde foi adotado pelo regente do povo Tembu.
Milton Nascimento – o cantor Milton Nascimento é filho biológico da empregada doméstica Maria do Carmo Nascimento, que morreu quando ele tinha pouco mais de um ano.

Mandado para Juiz de Fora para viver com a avó, o pequeno Milton passou a ficar adoentando com frequência. Segundo o cantor, reflexo da saudade das pessoas com quem conviveu no Rio. Certa tarde, a filha da patroa de sua mãe, Lília Silva Campos, sentiu que algo não ia bem com o menino e foi visitá-lo. Mesmo sendo solteira, a professora de música resolveu enfrentar os preconceitos adotar Milton.

Não existe garantia nenhuma de que os filhos por via da adoção ou por via consanguínea possa a vir ser uma pessoa de bem. O que se pode fazer é minimizar os riscos quando nos esforçamos dando-os atenção, carinho, amor, disciplina, educação.

Envie sugestões para o programa através do e-mail "movimento@radiojornal.com.br".


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Atitude Adotiva: a participação dos famosos no processo de adoção



Publicado em 27/04/2017, às 23:31


Rádio Jornal

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A adoção por pessoas famosas é bastante discutida, alguns gostam de exposição dos filhos como o casal Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank, outros não omitem, mas preferem uma vida mais "comum" com os filhos longe dos holofotes como é o caso da jornalista Glória Maria. Sobre o assunto, o professor, coordenador do Grupo de Apoio à Adoção (GAA) do Paulista e pai por adoção, Márcio Francisco trouxe reflexões no quadro Atitude Adotiva desta quinta-feira (27).

Ouça a coluna na íntegra:

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Reflexão do Colunista

Quando se pensa em adotar, ainda, surge a incerteza da origem e destino daquele filho: “será que vai dar certo? E se meu filho não se tornar um homem de bem?”; “não conheço nenhum caso que tenha dado certo”. Queremos dar a oportunidade das pessoas conhecerem histórias de pessoas famosas que vieram de uma família por adoção.

Steve Jobs – A genitora de Steve, durante a gravidez, estava sozinha, sem apoio da família ou do companheiro e viu como única opção deixar Paul Reinhold Jobs, mecânico e ex-membro da guarda costeira e Clara Hagopian Jobs, filha de imigrantes armênios, adotarem seu filho.

Nelson Mandela - Quando Mandela tinha nove anos de idade em 1927, seu pai morreu. Ele então foi enviado para a vila real de uma tribo sul-africana, onde foi adotado pelo regente do povo Tembu.
Milton Nascimento – o cantor Milton Nascimento é filho biológico da empregada doméstica Maria do Carmo Nascimento, que morreu quando ele tinha pouco mais de um ano.

Mandado para Juiz de Fora para viver com a avó, o pequeno Milton passou a ficar adoentando com frequência. Segundo o cantor, reflexo da saudade das pessoas com quem conviveu no Rio. Certa tarde, a filha da patroa de sua mãe, Lília Silva Campos, sentiu que algo não ia bem com o menino e foi visitá-lo. Mesmo sendo solteira, a professora de música resolveu enfrentar os preconceitos adotar Milton.

Não existe garantia nenhuma de que os filhos por via da adoção ou por via consanguínea possa a vir ser uma pessoa de bem. O que se pode fazer é minimizar os riscos quando nos esforçamos dando-os atenção, carinho, amor, disciplina, educação.

Envie sugestões para o programa através do e-mail "movimento@radiojornal.com.br".