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Especialistas falam sobre a síndrome respiratória aguda grave


Graça Araújo recebeu a geriatra Dra. Andréa Figuerêdo e a infectologista Dra. Vera Magalhães para falar sobre síndrome respiratória

Publicado em 04/05/2017, às 19:22


Rádio Jornal

Foto: Reprodução / Internet

Durante o Consultório desta quinta-feira (04) a comunicadora Graça Araújo recebeu a geriatra Andréa Figuerêdo e a infectologista Vera Magalhães para falar sobre síndrome respiratória aguda grave.



Confira o Consultório na íntegra:


A DOENÇA

A contaminação se dá por meio da ingestão ou aspiração de gotículas de saliva ou secreção nasal direta ou indiretamente de uma pessoa contaminada. Entre dois e dez dias, surge a manifestação dos sintomas. Eles são semelhantes aos de uma gripe comum, como dor no corpo, juntas, cabeça e garganta, e que podem ou não estar associados à diarreia, perda do apetite, mal-estar e confusão mental. Entretanto, é manifestada febre acima de 38°C e o quadro pode evoluir para tosse seca, falta de ar e, em casos mais graves, insuficiência respiratória. Em mais de 80% dos casos, após uma semana, os sintomas começam a regredir.


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Especialistas falam sobre a síndrome respiratória aguda grave



Publicado em 04/05/2017, às 19:22


Rádio Jornal

[IMAGEM]

Durante o Consultório desta quinta-feira (04) a comunicadora Graça Araújo recebeu a geriatra Andréa Figuerêdo e a infectologista Vera Magalhães para falar sobre síndrome respiratória aguda grave.

Confira o Consultório na íntegra:
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A DOENÇA

A contaminação se dá por meio da ingestão ou aspiração de gotículas de saliva ou secreção nasal direta ou indiretamente de uma pessoa contaminada. Entre dois e dez dias, surge a manifestação dos sintomas. Eles são semelhantes aos de uma gripe comum, como dor no corpo, juntas, cabeça e garganta, e que podem ou não estar associados à diarreia, perda do apetite, mal-estar e confusão mental. Entretanto, é manifestada febre acima de 38°C e o quadro pode evoluir para tosse seca, falta de ar e, em casos mais graves, insuficiência respiratória. Em mais de 80% dos casos, após uma semana, os sintomas começam a regredir.