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Advogado avalia retirada da obrigação da contribuição aos sindicatos


Debate recebeu presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, Dulcilene Morais, o advogado Marcos Alencar e o empresário Gustavo Miranda

Publicado em 08/05/2017, às 13:16


Rádio Jornal

Foto: Rafael Souza/ Rádio Jornal

O debate da Super Manhã desta segunda-feira (8) discutiu o poder dos sindicatos. Geraldo Freire recebeu a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, Dulcilene Morais, o advogado Marcos Alencar e o empresário Gustavo Miranda.

Sobre a reforma trabalhista e a proposta de retirada da contribuição sindical, a advogado Marcos Alencar disse que ainda se discute muito sobre a retirada da obrigatoriedade. “Isso é um contrassenso em relação ao que está se defendendo. O que gerou essa proposta de reforma trabalhista foi aquele primeiro debate se o direito negociado vale mais do que o direito legislado”, disse. “O Supremo chegou a decidir em três oportunidades dizendo que o direito negociado valeria mais, apesar de não ser de recuperação geral”, destacou.



“Se a intenção da reforma trabalhista é fazer com que o direito negociado, que é a livre negociação entre sindicato, patronal e empregados, seja respeitado e que avance, gerar um corte abrupto na contribuição sindical é um contrassenso porque vai enfraquecer o movimento sindical de classe ”, alertou o advogado. Segundo ele, o corte poderia acontecer, mas de forma gradual.

Dulcilene acredita que a discussão sobre a reforma trabalhista deveria parar. "O objetivo da reforma trabalhista não é apenas enfraquecer os sindicatos. O retirar direitos. A primeira reforma que deveria se fazer no país é parar a reforma", criticou. "O que está sendo feito hoje é uma aberração contra os direitos dos trabalhadores", destacou Dulcilene. 

Confira os detalhes no debate:

 


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Advogado avalia retirada da obrigação da contribuição aos sindicatos



Publicado em 08/05/2017, às 13:16


Rádio Jornal

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O debate da Super Manhã desta segunda-feira (8) discutiu o poder dos sindicatos. Geraldo Freire recebeu a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, Dulcilene Morais, o advogado Marcos Alencar e o empresário Gustavo Miranda.

Sobre a reforma trabalhista e a proposta de retirada da contribuição sindical, a advogado Marcos Alencar disse que ainda se discute muito sobre a retirada da obrigatoriedade. “Isso é um contrassenso em relação ao que está se defendendo. O que gerou essa proposta de reforma trabalhista foi aquele primeiro debate se o direito negociado vale mais do que o direito legislado”, disse. “O Supremo chegou a decidir em três oportunidades dizendo que o direito negociado valeria mais, apesar de não ser de recuperação geral”, destacou.

“Se a intenção da reforma trabalhista é fazer com que o direito negociado, que é a livre negociação entre sindicato, patronal e empregados, seja respeitado e que avance, gerar um corte abrupto na contribuição sindical é um contrassenso porque vai enfraquecer o movimento sindical de classe ”, alertou o advogado. Segundo ele, o corte poderia acontecer, mas de forma gradual.

Dulcilene acredita que a discussão sobre a reforma trabalhista deveria parar. "O objetivo da reforma trabalhista não é apenas enfraquecer os sindicatos. O retirar direitos. A primeira reforma que deveria se fazer no país é parar a reforma", criticou. "O que está sendo feito hoje é uma aberração contra os direitos dos trabalhadores", destacou Dulcilene. 

Confira os detalhes no debate:

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