Notícia | RECIFE

Policial Militar confunde celular com arma e mata jovem na Avenida Agamenon Magalhães


Dídimo Batista da Silva se apresentou à delegacia espontaneamente e disse que atirou para matar como legítima defesa

Publicado em 21/12/2015, às 07:16

Da Rádio Jornal
Postado por Luiza Falcão

O jovem Alisson Campos da Silva, de 19 anos, estava na garupa da moto de um primo quanto o veículo pareou com o carro de Dídimo Batista da Silva, Policial Militar do Batalhão de Choque. O encontro aconteceu no cruzamento da Rua Henrique Dias com a Avenida Agamenon Magalhães, no bairro do Derby, área central do Recife, na noite desse domingo (20) e terminou em morte.

De acordo com a delegada Josineide Confessor, o PM atirou no jovem por que achou que seria assaltado. Alisson estava com o celular no bolso e foi atendê-lo quando a moto e o carro pararam no sinal. Dídimo pensou se tratar de uma arma e atirou para matar o possível assaltante.

Quando viu que havia cometido um engano, Dídimo levou o jovem ao Hospital da Restauração, também na Avenida Agamenon Magalhães, mas Alisson não resistiu aos ferimentos no tórax. 

O PM se apresentou espontaneamente à delegacia e entregou a arma. Ele confessou o crime para a delegada Josineide Confessor e disse que atirou para matar como legítima defesa.

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Policial Militar confunde celular com arma e mata jovem na Avenida Agamenon Magalhães



Publicado em 21/12/2015, às 07:16


Da Rádio Jornal
Postado por Luiza Falcão

O jovem Alisson Campos da Silva, de 19 anos, estava na garupa da moto de um primo quanto o veículo pareou com o carro de Dídimo Batista da Silva, Policial Militar do Batalhão de Choque. O encontro aconteceu no cruzamento da Rua Henrique Dias com a Avenida Agamenon Magalhães, no bairro do Derby, área central do Recife, na noite desse domingo (20) e terminou em morte.

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De acordo com a delegada Josineide Confessor, o PM atirou no jovem por que achou que seria assaltado. Alisson estava com o celular no bolso e foi atendê-lo quando a moto e o carro pararam no sinal. Dídimo pensou se tratar de uma arma e atirou para matar o possível assaltante.

Quando viu que havia cometido um engano, Dídimo levou o jovem ao Hospital da Restauração, também na Avenida Agamenon Magalhães, mas Alisson não resistiu aos ferimentos no tórax. 

O PM se apresentou espontaneamente à delegacia e entregou a arma. Ele confessou o crime para a delegada Josineide Confessor e disse que atirou para matar como legítima defesa.