Notícia | DENÚNCIAS

Núcleo de Segurança Comunitária da Charneca é retrato do abandono


Queixa foi registrada durante passagem do Projeto Rádio do Povo na localidade

Publicado em 05/05/2016, às 14:48

Rádio Jornal
Foto: Adilson Oliveira/ Rádio Jornal 

O Núcleo de Segurança Comunitária do bairro da Charneca, no Cabo de Santo Agostinho, é o retrato do abandono do patrimônio público. Fechado pela Secretaria de Defesa Social (SDS), ainda no governo Eduardo Campos, o imóvel virou lava jato e está tomado pelo matagal. O projeto Rádio do Povo foi ao local conferir a situação. 

Outra queixa é de uma obra que deveria ser realizada por 180 operários conta apenas com oito trabalhadores. Trata-se da execução do projeto de adequação/ampliação da rede de distribuição de água das comunidades de Charneca e Cidade Garapu, no Cabo de Santo Agostinho. 

O serviço, orçado em R$ 21.105.380,05, foi iniciado em novembro de 2015 e tem previsão para ser concluído em maio de 2017. Mas lideranças comunitárias da Charneca afirmam que o prazo não deve ser cumprido pela construtora Jole, empresa contratada pela Compesa para a realização da obra. 

Segundo o diretor do Conselho de Moradores da Charneca, Janilson Francisco Luiz, a Compesa e a Caixa não estariam repassando os recursos para a construtora. Enquanto isso, os moradores passam até uma semana sem água nas torneiras.

No loteamento Newton Carneiro, na Charneca, as pessoas não contam com água regular nas torneiras. Segundo relatos, um cidadão do lugar acopla uma bomba na encanação da Compesa e fornece água por R$ 30 mensais a cada família. 

Moradores também denunciam abandono de quadra esportiva

A população denuncia ainda o abandono em que se encontra o Campo do Carecão. Ele reclama que parte da tela de proteção foi tomada pela ferrugem e despencou. Segundo Robson José, a prefeitura anunciou, há seis meses, a recuperação da estrutura e nada foi feito até o momento.

Estas foram algumas das queixas registradas na comunidade pelo Projeto Rádio do Povo esta semana na comunidade da Charneca. A Rádio Jornal entrou em contato com as insituições denunciadas e aguarda retorno. 

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Núcleo de Segurança Comunitária da Charneca é retrato do abandono



Publicado em 05/05/2016, às 14:48


Rádio Jornal
Foto: Adilson Oliveira/ Rádio Jornal 

O Núcleo de Segurança Comunitária do bairro da Charneca, no Cabo de Santo Agostinho, é o retrato do abandono do patrimônio público. Fechado pela Secretaria de Defesa Social (SDS), ainda no governo Eduardo Campos, o imóvel virou lava jato e está tomado pelo matagal. O projeto Rádio do Povo foi ao local conferir a situação. 

Outra queixa é de uma obra que deveria ser realizada por 180 operários conta apenas com oito trabalhadores. Trata-se da execução do projeto de adequação/ampliação da rede de distribuição de água das comunidades de Charneca e Cidade Garapu, no Cabo de Santo Agostinho. 

O serviço, orçado em R$ 21.105.380,05, foi iniciado em novembro de 2015 e tem previsão para ser concluído em maio de 2017. Mas lideranças comunitárias da Charneca afirmam que o prazo não deve ser cumprido pela construtora Jole, empresa contratada pela Compesa para a realização da obra. 

Segundo o diretor do Conselho de Moradores da Charneca, Janilson Francisco Luiz, a Compesa e a Caixa não estariam repassando os recursos para a construtora. Enquanto isso, os moradores passam até uma semana sem água nas torneiras.

No loteamento Newton Carneiro, na Charneca, as pessoas não contam com água regular nas torneiras. Segundo relatos, um cidadão do lugar acopla uma bomba na encanação da Compesa e fornece água por R$ 30 mensais a cada família. 

Moradores também denunciam abandono de quadra esportiva

A população denuncia ainda o abandono em que se encontra o Campo do Carecão. Ele reclama que parte da tela de proteção foi tomada pela ferrugem e despencou. Segundo Robson José, a prefeitura anunciou, há seis meses, a recuperação da estrutura e nada foi feito até o momento.

Estas foram algumas das queixas registradas na comunidade pelo Projeto Rádio do Povo esta semana na comunidade da Charneca. A Rádio Jornal entrou em contato com as insituições denunciadas e aguarda retorno.