Notícia | OPERAÇÃO LAVA JATO

Mais um ministro de Temer deixa o cargo após delação


Henrique Eduardo Alves, do Ministério do Turismo, pediu demissão após ser citado na delação de Sérgio Machado

Publicado em 17/06/2016, às 09:51

Rádio Jornal
Postado por Rebeca Montenegro
Henrique Alves, ex-ministro do Turismo. Foto: Reprodução


Acusado pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, de ter recebido dinheiro ilegalmente para bancar campanha eleitoral no Rio Grande do Norte, o ministro do Turismo de Michel Temer, Henrique Eduardo Alves, pediu demissão na última quinta-feira (16). Em carta, Henrique declarou que "não pretende criar contrangimento ou qualquer dificuldade para o Governo". Em pouco mais de um mês, ele é a terceira baixa no Ministério de Temer. Antes dele, caíram Romero Jucá, do Ministério do Planejamento, e Fabiano Silveira, do Ministério da Transparência.

Além de ceifar mais um ministro de Temer, a Operação Lava Jato se aproximou o máximo que pôde do presidente interino, acusado por Machado de ter pedido R$ 1,5 milhão para a campanha eleitoral de Gabriel Chaleta (PMDB) à Prefeitura de São Paulo, em 2012. Em coletiva, Temer subiu o tom contra Machado e disse que as acusações "não vão passar em branco". 

Temer disse que não praticou maus feitos e afirmou que "se tivesse pego dinheiro de Machado, não teria condições de subir à Presidência da República". O presidente do Senado, Renan Calheiros, que teve prisão e afastamento do cargo pedidos pelo Procurador Geral da República Rodrigo Janot, saiu em defesa de Temer. Saiba mais no flash de Romoaldo de Souza:

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Mais um ministro de Temer deixa o cargo após delação



Publicado em 17/06/2016, às 09:51


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Henrique Alves, ex-ministro do Turismo. Foto: Reprodução


Acusado pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, de ter recebido dinheiro ilegalmente para bancar campanha eleitoral no Rio Grande do Norte, o ministro do Turismo de Michel Temer, Henrique Eduardo Alves, pediu demissão na última quinta-feira (16). Em carta, Henrique declarou que "não pretende criar contrangimento ou qualquer dificuldade para o Governo". Em pouco mais de um mês, ele é a terceira baixa no Ministério de Temer. Antes dele, caíram Romero Jucá, do Ministério do Planejamento, e Fabiano Silveira, do Ministério da Transparência.

Além de ceifar mais um ministro de Temer, a Operação Lava Jato se aproximou o máximo que pôde do presidente interino, acusado por Machado de ter pedido R$ 1,5 milhão para a campanha eleitoral de Gabriel Chaleta (PMDB) à Prefeitura de São Paulo, em 2012. Em coletiva, Temer subiu o tom contra Machado e disse que as acusações "não vão passar em branco". 

Temer disse que não praticou maus feitos e afirmou que "se tivesse pego dinheiro de Machado, não teria condições de subir à Presidência da República". O presidente do Senado, Renan Calheiros, que teve prisão e afastamento do cargo pedidos pelo Procurador Geral da República Rodrigo Janot, saiu em defesa de Temer. Saiba mais no flash de Romoaldo de Souza:

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