Notícia | BRASÍLIA

Pacote da reforma trabalhista do governo Temer promete muita polêmica


A proposta de reforma trabalhista será encaminhada ao Congresso Nacional

Publicado em 21/07/2016, às 09:52

Rádio Jornal
Ministro do Trablho, Ronaldo Nogueira
Foto: Lúcio Bernardo JR/ Câmara dos Deputados

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, anunciou, nessa quarta-feira (20), que o governo interino de Michel Temer vai mandar ao Congresso Nacional proposta de reforma do trabalho, regulamentação da terceirização da mão de obra e a criação do programa de proteção ao emprego permanente. 

Segundo o ministro, o governo é favorável à flexibilização da CLT, consolidação das leis do trabalho para dar mais segurança aos trabalhadores e aos acordos trabalhistas que muitas vezes são interpretados pela Justiça do Trabalho de um jeito, pelos trabalhadores de outro e o setor patronal que tem outro entendimento. 

Ronaldo Nogueira disse que o governo quer combater a informalidade, vai alterar a jornada de trabalho, mas sem fazer mudanças em benefícios como as férias e o 13º salário. 

Romoaldo de Souza tem os detalhes: 

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, reconheceu que a reforma trabalhista, mesmo que já tenha sido tentada em outros governos agora deve ser prioritária para dar mais segurança jurídica nos contratos e contribuir com a geração de empregos.  

Na análise que fez ontem aos jornalistas, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse que a proposta da reforma trabalhista vai incorporar sugestões que já foram apresentadas por deputados e senadores, sindicatos dos trabalhadores e os representantes dos patrões.    

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Pacote da reforma trabalhista do governo Temer promete muita polêmica



Publicado em 21/07/2016, às 09:52


Rádio Jornal
Ministro do Trablho, Ronaldo Nogueira
Foto: Lúcio Bernardo JR/ Câmara dos Deputados

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, anunciou, nessa quarta-feira (20), que o governo interino de Michel Temer vai mandar ao Congresso Nacional proposta de reforma do trabalho, regulamentação da terceirização da mão de obra e a criação do programa de proteção ao emprego permanente. 

Segundo o ministro, o governo é favorável à flexibilização da CLT, consolidação das leis do trabalho para dar mais segurança aos trabalhadores e aos acordos trabalhistas que muitas vezes são interpretados pela Justiça do Trabalho de um jeito, pelos trabalhadores de outro e o setor patronal que tem outro entendimento. 

Ronaldo Nogueira disse que o governo quer combater a informalidade, vai alterar a jornada de trabalho, mas sem fazer mudanças em benefícios como as férias e o 13º salário. 

Romoaldo de Souza tem os detalhes: 

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O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, reconheceu que a reforma trabalhista, mesmo que já tenha sido tentada em outros governos agora deve ser prioritária para dar mais segurança jurídica nos contratos e contribuir com a geração de empregos.  

Na análise que fez ontem aos jornalistas, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse que a proposta da reforma trabalhista vai incorporar sugestões que já foram apresentadas por deputados e senadores, sindicatos dos trabalhadores e os representantes dos patrões.