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Chove no Agreste, mas Garanhuns continua com racionamento de água


Apesar das chuvas em cidades como São João e Venturosa, período de estiagem e racionamento de água continua em Garanhuns

Publicado em 03/04/2017, às 11:02

Rádio Jornal

Foto: Reprodução

Algumas cidades do Agreste do Estado registraram fortes chuvas durante o fim de semana. Foi o caso de São João, Paranatama e Venturosa, mas não de Garanhuns. O município continua passando por um período de racionamento de água por causa da falta de chuvas.

Um novo cronograma de abastecimento na cidade foi divulgado nesse fim de semana. A cidade continua com distribuição dividida em três dias com água e oito dias sem. A garantia dada pela Compesa é de que esse cronograma continue oficialmente até o dia 15 de abril.



Perspectivas

A expectativa é de que, a partir do dia 15, o número de dias sem água na distribuição passe de oito para 12. Segundo o coordenador regional da Compesa, Igor Galindo, o nível atual das barragens do Agreste consegue manter a cidade abastecida até o mês de dezembro caso não chova o suficiente para regularizar a situação.

Saiba mais na reportagem de Eduardo Peixoto:


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Chove no Agreste, mas Garanhuns continua com racionamento de água



Publicado em 03/04/2017, às 11:02


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Algumas cidades do Agreste do Estado registraram fortes chuvas durante o fim de semana. Foi o caso de São João, Paranatama e Venturosa, mas não de Garanhuns. O município continua passando por um período de racionamento de água por causa da falta de chuvas.

Um novo cronograma de abastecimento na cidade foi divulgado nesse fim de semana. A cidade continua com distribuição dividida em três dias com água e oito dias sem. A garantia dada pela Compesa é de que esse cronograma continue oficialmente até o dia 15 de abril.

Perspectivas

A expectativa é de que, a partir do dia 15, o número de dias sem água na distribuição passe de oito para 12. Segundo o coordenador regional da Compesa, Igor Galindo, o nível atual das barragens do Agreste consegue manter a cidade abastecida até o mês de dezembro caso não chova o suficiente para regularizar a situação.

Saiba mais na reportagem de Eduardo Peixoto:

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