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Juíza determina prisão preventiva do acusado de matar fisioterapeuta


Protesto durante audiência de custódia de Edvan Luiz pediu justiça para fisioterapeuta morta. Familiares, amigos e sociedade civil participaram do ato

Publicado em 06/04/2017, às 15:23

Rádio Jornal
Atualizado às 17h17

Grupo pede justiça durante audiência de custódia
Foto: Erick França/ Rádio Jornal

Após audiência de custódia realizada na tarde desta quinta-feira (6), a juíza Blanche Maymone Pontes Matos decidiu pela prisão preventiva de Edvan Luiz da Silva, de 29 anos. Ele foi autuado em flagrante pelo homicídio triplamente qualificado. O assassino da fisioterapeuta Tássia Mirella Sena de Araújo, de 28 anos, vai ser encaminhado para o Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima.

O comerciante deixou o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) no início da tarde e foi levado para o Fórum Joana Bezerra, onde passou pela audiência de custódia.

Questionado pela imprensa, na saída do DHPP, Edvan Luiz foi sucinto. “Nada a declarar”, disse o homem. Ao delegado, ele disse que estava em uma festa e não sabe de nada sobre o assassinato da fisioterapeuta.



Foto: Bobby Fabisak/ JC Imagem

Na audiência de custódia, o preso em flagrante é levado para um juiz que avalia a necessidade de o suspeito permanecer ou não preso para aguardar o julgamento. Na audiência, são ouvidos o promotor de justiça e o advogado de defesa. O comerciante também foi entrevistado pela juíza.

Confira os detalhes na reportagem de Erick França:

Protesto

Amigos, familiares e a sociedade civil realizaram um protesto na tarde desta quinta-feira (6) durante a audiência de custódia. Eles cobram justiça pelo assassinato da fisioterapeuta Tássia Mirella Sena de Araújo, de 28 anos. O ato é intitulado #SomosTodosMirella.

Na chegada de Edva, as pessoas começaram a gritar "assassino".

 

Indiciamento

Edvan Luiz foi indiciado por homicídio triplamente qualificado, com os agravantes de ter sido por motivo torpe, sem chance de defesa para a vítima e por feminicídio, essa qualificação é recente no código penal brasileira e foi sancionada em 2015 pela então presidente Dilma Rousseff.


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Juíza determina prisão preventiva do acusado de matar fisioterapeuta



Publicado em 06/04/2017, às 15:23


Rádio Jornal
Atualizado às 17h17

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Após audiência de custódia realizada na tarde desta quinta-feira (6), a juíza Blanche Maymone Pontes Matos decidiu pela prisão preventiva de Edvan Luiz da Silva, de 29 anos. Ele foi autuado em flagrante pelo homicídio triplamente qualificado. O assassino da fisioterapeuta Tássia Mirella Sena de Araújo, de 28 anos, vai ser encaminhado para o Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima.

O comerciante deixou o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) no início da tarde e foi levado para o Fórum Joana Bezerra, onde passou pela audiência de custódia.

Questionado pela imprensa, na saída do DHPP, Edvan Luiz foi sucinto. “Nada a declarar”, disse o homem. Ao delegado, ele disse que estava em uma festa e não sabe de nada sobre o assassinato da fisioterapeuta.

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Na audiência de custódia, o preso em flagrante é levado para um juiz que avalia a necessidade de o suspeito permanecer ou não preso para aguardar o julgamento. Na audiência, são ouvidos o promotor de justiça e o advogado de defesa. O comerciante também foi entrevistado pela juíza.

Confira os detalhes na reportagem de Erick França:

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Protesto

Amigos, familiares e a sociedade civil realizaram um protesto na tarde desta quinta-feira (6) durante a audiência de custódia. Eles cobram justiça pelo assassinato da fisioterapeuta Tássia Mirella Sena de Araújo, de 28 anos. O ato é intitulado #SomosTodosMirella.

Na chegada de Edva, as pessoas começaram a gritar "assassino".

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Indiciamento

Edvan Luiz foi indiciado por homicídio triplamente qualificado, com os agravantes de ter sido por motivo torpe, sem chance de defesa para a vítima e por feminicídio, essa qualificação é recente no código penal brasileira e foi sancionada em 2015 pela então presidente Dilma Rousseff.