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Governo reage e aprova urgência na votação da reforma trabalhista


Nesta quarta-feira (19), um dia após sofrer derrota na Câmara dos Deputados, Governo Temer aprovou requerimento sobre votação da reforma trabalhista

Publicado em 20/04/2017, às 13:33

Rádio Jornal

Foto: Agência Brasil

Um dia após sofrer derrota na Câmara dos Deputados, o governo reagiu e conseguiu aprovar o requerimento de urgência para acelerar a votação da reforma trabalhista, nesta quarta-feira (19). O placar teve 287 votos 144 contrários, além de 13 obstruções.

Com a aprovação do regime de urgência, não será possível pedir vista ou apresentar emendas à matéria na comissão especial que analisa o substitutivo do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). O texto poderá ser votado diretamente no plenário já na próxima semana ou no início de maio.



Nesse episódio, têm vários fatores que precisam ser medidos. Um é de fato da recomposição da base, que é mais uma consequência de falta de operação que houve na sessão anterior. Uma delas, o líder o governo tem de estar acompanhando a sessão para fazer a mobilização, como chamar os parlamentares dos gabinetes para o plenário. Tanto é que o líder pode intervir tantas vezes forem necessárias, inclusive para apontar a ausência dos deputados.

O outro ponto é que de fato houve uma manobra regimental. Não quer dizer que houve uma falta grave nem que ninguém passou por cima do regimento.

Confira os detalhes no flash de Romoaldo de Souza:


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Governo reage e aprova urgência na votação da reforma trabalhista



Publicado em 20/04/2017, às 13:33


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Um dia após sofrer derrota na Câmara dos Deputados, o governo reagiu e conseguiu aprovar o requerimento de urgência para acelerar a votação da reforma trabalhista, nesta quarta-feira (19). O placar teve 287 votos 144 contrários, além de 13 obstruções.

Com a aprovação do regime de urgência, não será possível pedir vista ou apresentar emendas à matéria na comissão especial que analisa o substitutivo do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). O texto poderá ser votado diretamente no plenário já na próxima semana ou no início de maio.

Nesse episódio, têm vários fatores que precisam ser medidos. Um é de fato da recomposição da base, que é mais uma consequência de falta de operação que houve na sessão anterior. Uma delas, o líder o governo tem de estar acompanhando a sessão para fazer a mobilização, como chamar os parlamentares dos gabinetes para o plenário. Tanto é que o líder pode intervir tantas vezes forem necessárias, inclusive para apontar a ausência dos deputados.

O outro ponto é que de fato houve uma manobra regimental. Não quer dizer que houve uma falta grave nem que ninguém passou por cima do regimento.

Confira os detalhes no flash de Romoaldo de Souza:

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