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Pais defendem Edvan Luiz, suspeito de estuprar e matar Tássia Mirella


Os pais adotivos de Edvan Luiz conversaram com a imprensa e dizem que o filho inocente das acusações de estupro e morte da fisioterapeuta Tássia Mirella

Publicado em 20/04/2017, às 14:21

Rádio Jornal

Edvan foi preso pelo estupro e assassinato da fisioterapeuta Tássia Mirella
Foto: JC Imagem

A dona de casa Zilda Cordeiro, de 71 anos, e o motorista José Maurício Batista Nascimento, de 73 anos, pais adotivos do Edvan Luiz da Silva, apontado como o suspeito de ter assassinado a fisioterapeuta Tássia Mirella, em um flat em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife quebraram o silêncio nesta quinta-feira (20).

Quinze dias após a prisão em flagrante, eles abriram a casa, uma construção de segundo andar, em Brasília Teimosa, também na Zona Sul, para falar sobre o comerciante de 32 anos, que está no presídio de Igarassu pela morte de Tássia Mirella.

O casal não vê a hora de poder visitar o filho, o que deve ocorrer neste domingo (23), após liberação da justiça, como fala José Maurício Nascimento. “Vou só escutar ele. O que ele me disser eu acredito”, defendeu o pai, dizendo que vive um pesadelo. “Os verdadeiros criminosos vão aparecer”, completou.

>> "Eu acredito na inocência dele", diz mãe biológica do suspeito de matar Mirella

Confira os detalhes na reportagem de Rafael Carneiro: 

 

Perfil de Edvan

Pais adotivos de Edvan não conseguem acreditar na culpa do filho
Foto: Rafael Carneiro/ Rádio Jornal

No encontro com a imprensa, a família apresentou um pouco da rotina da casa em que ele viveu toda a vida e a relação que Edvan tinha com os pais e os outros nove irmãos. O homem suspeito de estuprar e matar Tássia Mirella, chegou na casa ainda criança, com 4 meses de vida, e foi adotado e acolhido por dona Zilda e seu José Maurício que afirmam ter criado o filho dentro da igreja.



Quando perguntado sobre as provas periciais do processo, encontradas no apartamento do próprio Edvan e no material genético dele nas unhas de Mirella, o pai afirma. “A polícia tem que achar alguma coisa para acusar”, disse. 

Visivelmente abalada, dona Vilma, que só ficou sabendo que Edvan havia sido preso na noite do dia 5 de abril, não acreditou no que os filhos revelaram. Para ela Edvan, que tem fotos espalhadas pela sala da casa, é um menino bom, mas revelou que desde então tem dificuldades para dormir e os dias são muito sofrimento.

Antes de encerrar a entrevista, a senhora de 71 anos explicou que o filho não teria coragem de fazer mal a ninguém. "Se eu tivesse a oportunidade eu falaria com ela e pediria perdão a ela. E diria: meu filho não fez isso", falou emocionada a mulher. 


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Pais defendem Edvan Luiz, suspeito de estuprar e matar Tássia Mirella



Publicado em 20/04/2017, às 14:21


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A dona de casa Zilda Cordeiro, de 71 anos, e o motorista José Maurício Batista Nascimento, de 73 anos, pais adotivos do Edvan Luiz da Silva, apontado como o suspeito de ter assassinado a fisioterapeuta Tássia Mirella, em um flat em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife quebraram o silêncio nesta quinta-feira (20).

Quinze dias após a prisão em flagrante, eles abriram a casa, uma construção de segundo andar, em Brasília Teimosa, também na Zona Sul, para falar sobre o comerciante de 32 anos, que está no presídio de Igarassu pela morte de Tássia Mirella.

O casal não vê a hora de poder visitar o filho, o que deve ocorrer neste domingo (23), após liberação da justiça, como fala José Maurício Nascimento. “Vou só escutar ele. O que ele me disser eu acredito”, defendeu o pai, dizendo que vive um pesadelo. “Os verdadeiros criminosos vão aparecer”, completou.

>> "Eu acredito na inocência dele", diz mãe biológica do suspeito de matar Mirella

Confira os detalhes na reportagem de Rafael Carneiro: 

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Perfil de Edvan

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No encontro com a imprensa, a família apresentou um pouco da rotina da casa em que ele viveu toda a vida e a relação que Edvan tinha com os pais e os outros nove irmãos. O homem suspeito de estuprar e matar Tássia Mirella, chegou na casa ainda criança, com 4 meses de vida, e foi adotado e acolhido por dona Zilda e seu José Maurício que afirmam ter criado o filho dentro da igreja.

Quando perguntado sobre as provas periciais do processo, encontradas no apartamento do próprio Edvan e no material genético dele nas unhas de Mirella, o pai afirma. “A polícia tem que achar alguma coisa para acusar”, disse. 

Visivelmente abalada, dona Vilma, que só ficou sabendo que Edvan havia sido preso na noite do dia 5 de abril, não acreditou no que os filhos revelaram. Para ela Edvan, que tem fotos espalhadas pela sala da casa, é um menino bom, mas revelou que desde então tem dificuldades para dormir e os dias são muito sofrimento.

Antes de encerrar a entrevista, a senhora de 71 anos explicou que o filho não teria coragem de fazer mal a ninguém. "Se eu tivesse a oportunidade eu falaria com ela e pediria perdão a ela. E diria: meu filho não fez isso", falou emocionada a mulher.