O Recife abandonado


Geraldo Freire
Geraldo Freire
Publicado em 27/10/2021 às 12:30
Leitura:

Quem circula pela área central do recife tem as sensações divididas entre o encantamento com as belezas históricas e a tristeza por perceber diversos tipos de abandono. De um lado, monumentos depredados, como a tão conhecida situação do parque das esculturas. Do outro, pessoas em condição de rua, dormindo nas calçadas. Em levantamento realizado pela prefeitura da capital em 2016, a população de rua reunia cerca de mil e duzentos indivíduos. Em 2019, cresceu para mil e seiscentos. Estima-se que os números tenham aumentado ainda durante a pandemia de covid-19. No debate desta quarta-feira, o comunicador Wagner Gomes conversa com convidados sobre a necessidade de valorização de monumentos, praças e pessoas no recife. Participam do debate a professora arquiteta coordenadora do laboratório de urbanismo e patrimônio cultural da UFPE (LUP-UFPE)Virgínia pontual, o engenheiro e presidente do CREA-PE Adriano Lucena e o jornalista e coordenador da Campanha Natal sem Fome Anselmo Monteiro.