ELEIÇÕES 2022

PESQUISA PARA PRESIDENTE 2022: Bolsonaro cresce em nova BTG/FSB, mas não abala liderança de Lula

Bolsonaro oscila em nova pesquisa do Instituto FSB

Vitória Floro
Vitória Floro
Publicado em 22/08/2022 às 11:30 | Atualizado em 22/08/2022 às 11:47
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MIGUEL SCHINCARIOL E MAURO PIMENTEL / AFP
Bolsonaro e Lula são os dois principais candidatos à Presidência da República, veja números de nova pesquisa eleitoral - FOTO: MIGUEL SCHINCARIOL E MAURO PIMENTEL / AFP

Uma nova pesquisa eleitoral com possíveis cenários para as eleições presidenciais de 2022 foi divulgada nesta segunda-feira (22).

O levantamento foi realizado por telefone pelo Instituto FSB e contratado pelo Banco BTG Pactual.  Os números mostram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como o líder da corrida à Presidência da República.

O petista recebeu 45% das intenções de voto na pesquisa estimulada. O percentual é o mesmo que foi registrado pelo instituto na sondagem realizada na semana passada.

Jair Bolsonaro (PL), na busca pela reeleição, oscilou de 34% na última pesquisa BTG/FSB divulgada na segunda-feira (15), para 36% neste atual levantamento.

Essa variação aconteceu dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O Instituto FSB ouviu 2 mil eleitores por telefone entre 19 e 21 de agosto. O índice de confiança do levantamento é de 95%. 

Confira pesquisa completa:

  • Lula (PT): 45%
  • Jair Bolsonaro (PL): 36%
  • Ciro Gomes (PDT): 6%
  • Simone Tebet (MDB): 3%
  • Vera Lucia (PSTU): 1%
  • Pablo Marçal (Pros): 1%
  • Luiz Felipe D'Avila (Novo): 0%
  • Soraya Thronicke (União Brasil): 0%
  • José Maria Eymael (DC): 0%
  • Sofia Manzano (PCB): 0%
  • Leonardo Péricles (UP): 0%
  • Roberto Jefferson (PTB): 0%
  • Nenhum: 4%
  • Branco/nulo: 2%
  • Não sabe/não respondeu: 3%

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Vitória de Lula no primeiro turno

Lula apresenta 45% das intenções de voto, enquanto a soma do restante dos candidatos é de 47%. Por isso, existe a possibilidade de que o petista vença no primeiro turno, considerando a margem de erro.

O ex-presidente pode variar de 43% a 47% enquanto seus oponentes, juntos, variam entre 45% e 49%.

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