Com a audiência da série 'Dahmer: um canibal americano', da Netflix, a procura por detalhes sobre a vida do serial killer aumentou proporcionalmente ao seu sucesso.
A produção retrata a história de Jeffrey Dahmer, cujo nome ficou marcado pelas mortes em série de 17 garotos entre os anos de 1978 e 1991, nos Estados Unidos.
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Os crimes de Dahmer vieram a público em 1991, após uma de suas vítimas, que em grande maioria eram homens gays, pobres e negros, fugir de cativeiro e denunciar as barbáries.
Em 1992, o serial killer foi sentenciado a mais de 900 anos de prisão pelos crimes de homicídio, necrofilia, estupro, canibalismo e esquartejamento.
A prisão e o fim de Dahmer
Após ser sentenciado, o criminoso foi encaminhado ao Instituto Correcional de Colúmbia, em Wisconsin. Por medidas de segurança, Dahmer passou o primeiro ano de sua sentença em uma solitária.
Na primeira tentativa de integração com outros detentos, ao conviver com outros presos, Dahmer os provocava e utilizava comida para esculpir membros decapitados. O que promoveu em 1994 uma tentativa de homicídio contra o serial killer.
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Em novembro do mesmo ano, uma nova tentativa de homicídio foi fatal. O autor do crime foi Christopher Scarver, que convivia com Dahmer durante serviços de limpeza.
Em um momento a sós com Jeffrey, Scarver o encurralou no vestiário e o espancou até a morte com uma barra de ferro.
Christopher confessou ter recebido uma mensagem divina para assassinar o serial killer.
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