Entrevista

Ouça na íntegra a entrevista com Arnaldo Barros


Ex-presidente do Sport concedeu entrevista com exclusividade ao comentarista do Escrete de Ouro, Ralph de Carvalho

Publicado em 21/02/2019 às 11:59
Foto: Reprodução / Twitter @sportrecife
FOTO: Foto: Reprodução / Twitter @sportrecife
Leitura:

Após a atual gestão do Sport divulgar os dados da auditoria realizada sobre o rombo deixado pela anterior, no valor de mais de R$ 118 milhões, o ex-presidente leonino, Arnaldo Barros, rebateu a ação. Ele concedeu entrevista a Ralph de Carvalho nesta quinta, na Rádio Jornal. Segundo o antigo mandatário, o levantamento realizado foi de ‘cunho político com objetivos políticos e estratégicos’. Os números foram divulgados na última terça-feira para os conselheiros do Rubro-negro e na quarta para a imprensa. Além disso, pregou que é hora de união no Sport, e não de polêmicas.

“Primeiro quero dizer que entendo que o momento do Sport não é de bate-boca, nem de tentar se criar factoides e polêmicas. O momento é de união e trabalho. Esse documento não é o resultado de uma auditoria. É um levantamento de cunho político com objetivos políticos e estratégicos. Os números reais e verdadeiros apresentamos desde março (de 2018) no orçamento, e devem ser confirmados agora em março, como determina a legislação”, comentou Arnaldo Barros.

Ouça a entrevista completa

Questionamentos

O ex-presidente questionou a credibilidade da auditoria realizada pelos atuais gestores do Sport. Ele também rebateu o valor apresentado do déficit, citando o balanço de 2017, apresentado em 2018. Na época, o Leão teve prejuízo de pouco mais de R$ 18 milhões e um aumento no passivo em R$ 60 milhões.

“Esses números devem ser objeto de análise de auditoria, como foi feita nos últimos anos. É questão estatutária, da gestão de Gustavo Dubeux, quando essa exigência foi incluída no orçamento. Essa auditoria precisa ser externa e independente, de reconhecida credibilidade. Não é um levantamento político que vai apontar para a reputação das pessoas. O orçamento apresentado em 2017 e aprovado em 2018 foi realizado com um déficit menor do que havíamos previsto. É só aguardar o balanço e o déficit para se fazer a análise exata da situação”, completou.


Mais Lidas