Seleção Brasileira

Rádio Jornal transmite amistoso entre Brasil e República Tcheca

O amistoso faz parte da preparação da seleção brasileira para a Copa América deste ano; a jornada esportiva começa, às 16h30, no horário de Brasília

Publicado em 26/03/2019 às 11:27
Lucas Figueiredo/CBF
FOTO: Lucas Figueiredo/CBF
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Três dias depois de empatar em 1 a 1 com o Panamá, a Seleção Brasileira entra em campo para enfrentar a República Tcheca, na cidade de Praga. O amistoso, desta terça-feira, às 16h45, no horário de Brasília, também serve como preparação para a Copa América, realizada no Brasil, entre os dias 14 de junho e 7 de julho de 2019. A Rádio Jornal transmite a partida com narração de Aroldo Costa, comentários de Maciel Júnior e reportagem de Igor Moura. A jornada esportiva começa às 16h30, com Tiago Morais, e segue até às 21h, com Marcelo Araújo apresentando o JC Esporte 10 na internet.

Escalação

O técnico Tite vai modificar seis jogadores em relação ao último jogo. Ainda de acordo com o treinador, as mudanças seguem o planejamento de teste e não tem relação ao desempenho no sábado, em Portugal. Tite indicou que escalará a seleção com seis mudanças, sendo que nenhuma delas acontecerá no setor ofensivo. Entrarão na equipe Alisson, Danilo, Marquinhos, Thiago Silva, Alex Sandro e Allan, enquanto Casemiro, Paquetá, Philippe Coutinho, Richarlison e Roberto Firmino.

"Todas as críticas que têm caráter técnico, tático, físico e emocional eu não tenho que contrapor. São pontos de vista, visões, e a gente tem que saber conviver com isso. Os atletas não jogam pelo técnico, jogam pela seleção, pelo Brasil. Quando tira o viés daquilo que é importante, acho arriscado. Ele joga por orgulho pela seleção, prazer da satisfação profissional", apontou Tite, em entrevista coletiva.

Agressividade

Apesar das mudanças no sistema defensivo, muitas críticas são referentes ao setor ofensivo do Brasil que criou poucas chances claras de gol, principalmente, no primeiro tempo - mesmo com o gol marcado - e, no final da partida, tentou achar o gol da vitória sem organização tática.

"Quero agressividade maior, a busca maior. Talvez menos de organização, mas buscamos esse ímpeto. Em termos de organização, o mecanismo do meio de campo se ajusta. Também por uma opção nossa, evitamos convocações de atletas em momentos decisivos. Então, é um processo de construção", afirmou o treinador.

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