alívio

Alisson e Gabriel Jesus assumem protagonismo nas cobranças de pênaltis em classificação do Brasil


O goleiro defendeu uma cobrança e o atacante acertou pênalti que garantiu o Brasil na semifinal da Copa América

Robert Sarmento
Robert Sarmento
Publicado em 28/06/2019 às 1:09
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FOTO: Reprodução/CBF
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A classificação do Brasil para a semifinal da Copa América diante do Paraguai teve mais drama do que o torcedor brasileiro esperava. O empate no tempo normal em 0x0 levou o confronto mais uma vez para a disputa de pênaltis, como aconteceu nas edições de 2011 e 2015. No entanto, o final da história foi diferente e os anfitriões puderam comemorar a vaga entre os quatro melhores, que não acontecia desde 2007, quando a Seleção Brasileira conquistou o último título na competição sulamericana.

O resultado de 4x3 nas penalidades máximas começou a ser desenhando quando, logo na primeira cobrança dos paraguaios, o goleiro Alisson caiu no canto esquerdo e defendeu o chute de Gustavo Gómez.

"Os meus companheiros fizeram a partes deles nas cobranças, que era o mais importante. Mesmo a gente tendo muita convicção, é uma geração de jovens, e assumem a responsabilidade quando precisam assumir. Para mim, tem um gosto especial por ser na minha cidade, poder ter a minha família perto. Agora tem que continuar trabalhando. Esse é um grupo merecedor. A gente jogou muito bem, dentro das circunstâncias. Restam mais dois degraus na frente para conseguir o objetivo", afirma Alisson, lembrando o fato de jogar em Porto Alegre-RS, cidade natal do goleiro.

Alívio

Se quando Alisson defendeu a primeira cobrança, a confiança dos jogadores, comissão técnica e torcida aumentou, houve uma mistura de tensão e alegria tomou conta quando Roberto Firmino mandou para fora e logo depois no erro de Derlis González. Porém, o último pênalti cobrado por Gabriel Jesus trouxe o alivio que os brasileiros esperavam, e possibilitou o jogador tirar um 'peso das costas'.

"Eu infelizmente não pude concluir o pênalti (contra o Peru) e saí chateado comigo mesmo. Foi um pouco de ansiedade. Eu preciso marcar gols dentro de campo e eu percebi que tinha a oportunidade. Hoje, eu falei que iria bater, pois estava confiante. No jogo anterior, eu não olhei para o goleiro e chutei forte. Nesse jogo, tive calma e descolei", comentou Gabriel Jesus.


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