'É um filho que é grande potência no futebol', diz pai de Dal Pozzo

Artelino Dal Pozzo contou a história de transformação do filho, que já trabalhou em pedreira antes de se tornar treinador

NÁUTICO
'É um filho que é grande potência no futebol', diz pai de Dal Pozzo

Gilmar Dal Pozzo - Foto: Reprodução/RádioJornal

Rádio Jornal

 Gilmar Dal Pozzo vive bom momento com o Náutico. A equipe pernambucana está na vice-liderança do grupo A da Série C. Gilmar Dal Pozzo 

Reprodução/RádioJornal 

O repórter João Victor Amorim viajou, nesta sexta-feira (13), até o município de Paraí, no interior do Rio Grande do Sul, e contou um pouco da vida do técnico Gilmar Dal Pozzo antes de se tornar treinador de futebol. No local onde o técnico do Náutico morou durante a infância. Artelino Dal Pozzo, pai do treinador comentou que, pelo fato de gostar de jogar bola, esperava que o filho também seguisse o mesmo caminho. O que é motivo de muito orgulho para ele.  "Eu gostava de jogar bola, e pelo menos, o último filho, entrou na carreira do futebol", destacou Artelino.  

Entre as atividades exercidas por Gilmar Dal Pozzo antes de ser treinador, está o trabalho na pedreira. "Era um trabalho bem duro. Ele trabalhou poucos meses na pedreira e depois não quis mais trabalhar. Acabou voltando para a colônia para trabalhar na terra, fazer uma plantação, plantar milho e feijão. Ele ficou um ano trabalhando na colônia e depois saiu pra jogar", revelou o pai de Gilmar. 

Orgulhoso, Artelino conta que ver o filho como um grande técnico é motivo de felicidade. Já que são poucos os profissionais  que deixam o município e conseguem seguir na carreira futebolística.  

"É um filho que é grande potência no futebol, como treinador e jogador. A gente se emociona porque são poucos os rapazes aqui da redondeza que sai assim profissional de futebol", destacou.  

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Seleção Brasileira  

Sobre o sonho de ver o filho no comando da amarelinha, Artelino revela que o convite veio, mas que Gilma Dal Pozzo preferiu treinar os times. "Não sei se ele chega lá! Tomara que fosse. Podia ter ido, foi convidado, mas ele não queria ser dependente", finalizou.  

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