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'Oportunidades de mercado', diz executivo do Náutico sobre contratações de Bustamente e Foguinho


Fernando Leite concedeu entrevista exclusiva para o Fórum Esportivo, da Rádio Jornal, e detalhou sobre as recentes contratados do Náutico

Túlio Feitosa
Túlio Feitosa
Publicado em 10/11/2020 às 15:08
Caio Falcão/Náutico
FOTO: Caio Falcão/Náutico
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Em breve, o Náutico poderá contar com seus novos reforços para ajudar na briga para se afastar da zona de rebaixamento da Série B do Campeonato Brasileiro. O volante boliviano Antonio Bustamante, já regularizado, e o meio-campista Renan Foguinho, que estava no futebol turco, chegaram para qualificar o elenco do Timbu. É o que diz novo executivo de futebol, Fernando Leite.

“A chegada do (Antonio) Bustamante e do (Renan) Foguinho foram oportunidades de mercado. O Bustamante, apesar de ter jogado nos Estados Unidos, é um atleta da nossa região, a América do Sul, que joga na equipe nacional de seu país. Ele é um jogador qualificado e que o Náutico entendeu que se encaixa no perfil que o clube estava procurando… Já o Renan Foguinho é um atleta que estava há alguns anos na Turquia, mas é um atleta que eu conheço há muito tempo e a nossa comissão técnica também conhece por conta dele ser sido formado e jogado na equipe profissional do Athletico Paranaense”, ressaltou o executivo, em entrevista à Maciel Júnior, na Rádio Jornal.

O Timbu já vinha buscando jogadores com características pouco encontradas no Brasil, usando o mercado internacional para encontrar peças. A exemplo do próprio Renan Foguinho, que estava atuando na Turquia desde 2015, atletas com experiência fora do país poderiam trazer novas formas de jogar e, finalmente, aumentar a produção ofensiva no elenco alvirrubro. Mas essa busca não para por aí.

“O Náutico não vai buscar jogadores apenas em ligas um pouco mais desconhecidas. Acho que o importante é analisarmos as pendências do nosso elenco junto com a comissão técnica e podemos entender que o atleta se encaixa no perfil que estamos procurando. Então, tendo a oportunidade de trazer atletas que passam um longo tempo fora do país, a gente ao analisar o perfil, entendemos que por já ter disputado competições fora do Brasil e ter uma experiência fora, ele cresceu tecnicamente e passou a atuar dentro de uma nova posição em campo, e isso nos chamou atenção, e eu tenho certeza que ocasiões assim podem ocorrer, pois estamos em um ano bem diferente”, disse Fernando Leite.

Já no segundo turno do Brasileirão, o tempo do Náutico vai se encurtando para fechar um elenco e deixá-lo compacto. O executivo de futebol do Timbu falou sobre a importância de aproveitar essas janelas pontuais para conseguir reforçar a equipe para a reta final da Segundona.

“Estamos em novembro e iniciando a metade da competição, ainda temos 18 partidas, e não é que tenhamos grandes opções. A maioria das equipes já contrataram seus atletas que lhes interessavam no início e agora temos de estar atentos a essas oportunidades que surgem para que possamos, dentro da nossa realidade, trazer jogadores que nos fortaleçam e possam nos ajudar no decorrer da competição”, concluiu.

Podcast

O podcast Na Cara do Gol debateu sobre o novo tropeço do Náutico no final da partida. Com o resultado diante do Avaí na última sexta-feira (6), o Timbu permaneceu na Zona de Rebaixamento e a pressão em cima de Gilson Kleina aumentou por conta do mau desempenho, agravado pela a não escalação de Jean Carlos entre os titulares. O Na Cara do Gol é transmitido todas as segundas-feiras, no YouTube da Rádio Jornal.


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