Cinco vereadores de Caruaru têm prisão decretada novamente pela justiça


Da Rádio Jornal
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Publicado em 29/01/2014 às 22:45
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Da Rádio Jornal Caruaru Com informações do JC Online Atualizada às 15h13 444e58ac3cd947d6d69efc41b72acd78 Fotos: Arquivo JC A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou em Caruaru, nessa quarta-feira (29), a Operação Ponto Final 2 e prendeu mais uma vez os vereadores Evandro Silva (PMDB) e Val das Rendeiras (PROS), que já estão na Penitenciária Juiz Plácido de Souza. A operação busca cumprir seis mandados de busca e apreensão e cinco de prisão contra vereadores da cidade do Agreste. Val de Cachoeira Seca (DEM), Neto (PMN) e Pastor Jadiel (PROS) são os outros parlamentares que tiveram mandado de prisão decretada e estão sendo procurados. De acordo com o delegado regional Erick Lessa, o foco dessa operação é um relatório feito pela Controladoria-Geral da União (CGU), divulgado o ano passado. Tem a ver com a operação anterior, só que em outro contexto. As acusações são as mesmas, ou seja, corrupção passiva, concussão e integrar organização criminosa, disse o delegado. Segundo ele, o novo inquérito foi desencadeado após a realização da Operação Ponto Final. Saiba mais sobre a operação, na reportagem de Michele Velloso, da Rádio Jornal Caruaru: Sem querer adiantar detalhes, ele acrescentou que todas as informações serão repassadas na manhã desta quinta (30), em uma entrevista coletiva que será realizada na Delegacia Regional de Caruaru. O relatório da CGU apontava possíveis irregularidades da prefeitura e fontes extraoficiais indicam que os vereadores teriam cobrado propina para votar contra a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso. Os advogados dos vereadores que estão presos estão em busca do habeas corpus. O advogado de defesa dos parlamentares, Saulo Amazona, espera uma resposta da justiça. O relatório da Controladoria-Geral da União aponta superfaturamento na compra de itens da merenda escolar, desvio de finalidade no empenho de verbas públicas e licitação dirigida na Prefeitura de Caruaru. O maior prejuízo está nos contratos firmados com o Ministério da Educação. O relatório foi tema de uma série de reportagens publicada no Jornal do Commercio. Mais informações no JC Online

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