SERTÃO

Em manifesto pela paz, petrolinenses pedem justiça para o caso Beatriz


O ato foi realizado nesta quinta-feira (11), quando a garota completaria oito anos. Ela foi assassinada no dia 10 de dezembro

Da Rádio Jornal
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Publicado em 12/02/2016 às 7:19
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Foto: Reprodução/Whatsapp

Pais e amigos da menina assassinada durante uma festa de formatura em Petrolina participaram de ato pela paz, cobrando justiça sobre o caso nesta quinta-feira (11). Se estivesse viva, Beatriz Angélica Mota teria feito, neste dia 11, oito anos de idade.

A menina, de apenas sete anos, foi encontrada morta com uma faca cravada no tórax, no dia 10 de dezembro, quando participava de uma festa de formatura dentro Colégio Maria Auxiliadora, onde o pai trabalhava. Dois meses depois, o mistério sobre a autoria do caso continua.

A Polícia, quando questionada sobre o teor das investigações, adota o sigilo. Na noite da quinta-feira (11), centenas de pessoas, entre familiares e amigos, fizeram orações, acenderam velas e soltaram balões no ato em favor da paz. Nos cartazes, mensagens de apoio eram direcionadas aos pais de Beatriz.

Na ocasião, a mãe da garota, Lucinha Mota, leu um discurso pedindo justiça para o caso. Ouça abaixo um trecho:


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