BEATRIZ

Caso Beatriz: advogado da escola contesta versão da polícia


Advogado Clailson Ribeiro considerou atitude do delegado Marceone Ferreira como irresponsável

Da Rádio Jornal
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Publicado em 31/03/2016 às 9:58
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Foto: Reprodução/Internet

O advogado do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, Clailson Ribeiro, repudiou uma atitude do delegado responsável pelas investigações do caso Beatriz, Marceone Ferreira. Marceone afirmou que cinco funcionários da instituição são investigados por envolvimento no crime. Beatriz Angélica Mota, 7, foi encontrada morta nas dependências do colégio em dezembro de 2015.

Para o advogado, Marceone Ferreira foi irresponsável e precipitado ao citar os investigados como funcionários da escola, colocando todos os empregados pela instituição no mesmo quadro. Segundo Clailson, os personagens envolvidos não trabalham mais no colégio. Mesmo com a identidade dos suspeitos preservada, a situação causou transtornos para a instituição de ensino.

O advogado conta que o colégio está prestando atendimento para pais que questionam a presença dos funcionários na instituição. "Nós repudiamos veementemente a postura do delegado em divulgar uma informação genérica como essa, que não contribui em nada para a investigação e causou transtornos enormes para o colégio", declara. Ainda de acordo com Clailson, foram sete funcionários, ao todo, que deram depoimento divergentes. Nenhum deles trabalha mais para a unidade de ensino.

Ouça a reportagem completa de Marco Aurélio:


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