CASO BEATRIZ

Menina Beatriz pode ter sido morta por motivos religiosos

Há quase cinco meses do assassinato da criança em Petrolina, representante do MPPE admite que motivação religiosa para atingir o colégio de Beatriz é uma possibilidade

Rádio Jornal
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Publicado em 03/05/2016 às 8:10
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Foto: Reprodução


Prestes a completar cinco meses do assassinato da menina Beatriz Angélica Mota, 7, em Petrolina, no Sertão do Estado, a atuação da polícia continua a ser questionada. A demora para solucionar o caso é a principal crítica e já motivou alguns atos em protesto na cidade, organizado por familiares da vítima. Agora, é o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) quem cobra agilidade.

A Polícia Civil designou delegado especial e realizou mais de quarenta perícias, mas, até agora, ninguém foi preso. O MPPE afirma que houve falhas na primeira etapa da investigação. Segundo o promotor responsável pelo caso e representante do MPPE em Petrolina, Carlan Carlo da Silva, Beatriz foi pega ao acaso e o assassinato foi premeditado. O crime pode ter motivações religiosas para atingir o colégio de Beatriz, Nossa Senhora Auxiliadora, que pertence à ordem dos Salesianos.



Atualmente, as investigações da Polícia Civil estão sob sigilo, mas, segundo Carlan, essa é a principal linha de investigação. O último pronunciamento da polícia aconteceu no final de março, quando a perícia revelou que Beatriz não foi morta no local em que o corpo foi encontrado. Ela desapareceu durante uma festa de formatura no colégio e foi encontrada morta pouco tempo depois de sumir. Na mesma coletiva, foi revelado que funcionários da escola são considerados suspeitos. Alguns foram demitidos pela instituição. Saiba mais detalhes na matéria de Marco Aurélio:

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