PETROLINA

Promotor do Ministério Público deixa Caso Beatriz Mota


Procurado pela Rádio Jornal, Carlan Silva se negou a explicar por que não está mais acompanhando as investigações do assassinato de Beatriz

Rádio Jornal
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Publicado em 10/06/2016 às 9:16
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Foto: reprodução/Facebook "Beatriz Clama por Justiça"


O representante do Ministério Público de Pernambuco deixou de acompanhar as investigações desde o início do mês. Procurado pela reportagem da Rádio Jornal, Carlan Carlo da Silva se negou a detalhar os motivos da saída.

O promotor chegou a considerar como hipótese para justificar o homicídio o crime com motivação religiosa. O trabalho do Ministério Público é de fundamental importância para a punição do assassino ou assassinos.

Nesta sexta-feira (10), data em que se completa seis meses do assassinato, o delegado Marcone Ferreira deve concede entrevista coletiva em Petrolina. A polícia alega que a investigação segue em sigilo, mas assume que não há novidades sobre autoria do homicídio.

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Entre as conclusões apresentadas, o fato de que Beatriz Angélica Mota não foi assassinada no lugar onde o corpo estava. Cinco funcionários do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora são considerados suspeitos por conta das contradições nos depoimentos. Um retrato falado foi divulgado com base em informações de nove pessoas, entre elas a mãe da criança.

O perito George Sanguinetti, que ficou conhecido pelo Caso PC Farias se propôs a ajudar, mas a oferta foi recusada pela Polícia. Numa das entrevistas coletivas, o delegado Marceone Ferreira relembra algumas circunstâncias no crime:


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