FUNASE

Menor vítima de estupro coletivo na Casem de Caruaru é transferido

Adolescente de 17 anos relatou que foi estuprado por outros seis jovens assistidos pela Casa de Semiliberdade (Casem) de Caruaru

Rádio Jornal
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Publicado em 06/10/2016 às 15:11
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Foto: Nayara Vila Nova/ TV Jornal Caruaru

Após um adolescente de 17 anos da Casa de Semiliberdade (Casem) Caruaru denunciar que foi estuprado por outros seis jovens assistidos pela unidade, a Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) emitiu uma nota, nesta quinta-feira (6), informando que o adolescente foi transferido. Na nota, a Funase diz que já identificou os responsáveis pelo estupro coletivo e também os transferiu para outras casas da Fundação.

Quatro agressores eram menores de idade e outros dois maior Matheus Felix Couto, 20 anos, Ianberg Alexandre, de 19 anos. Os maiores foram levados para a delegacia e em seguida para o presídio da cidade de Santa Cruz do Capibaribe.

O caso aconteceu na última terça-feira (4). Segundo relato da vítima, o estupro coletivo aconteceu após ronda noturna a unidade. O comunicado da Funase afirma que o jovem passa bem e que trabalha para oferecer tranquilidade e segurança aos socioeducandos, seus familiares e funcionários de todas as Unidades.

De acordo com o delegado que investiga o caso, Luiz Bernardo, os próprios funcionários da unidade denunciaram o ocorrido.

Confira outros detalhes na matéria de Alexandre Magno:

Confira a nota completa:

De acordo com a Fundação de Atendimento Socioeducativo – Funase, um adolescente da Casa de Semiliberdade (Casem) Caruaru, relatou ter sido estuprado por outros ?seis? jovens assistidos pela Unidade, na madrugada da última terça-feira (04). Segundo a vítima, o fato aconteceu após a ronda noturna da Unidade. Após tomar conhecimento do caso, a coordenação da Unidade encaminhou o jovem a uma unidade hospitalar, para realização de exames e atendimento necessários.

Em seguida, o mesmo foi transferido para outra Unidade da Funase. De acordo com a equipe médica, o jovem passa bem. Os socioeducandos acusados de cometer o ato foram identificados e, também, transferidos para outras casas da Fundação. A Funase reitera que trabalha para oferecer tranquilidade e segurança aos socioeducandos, seus familiares e funcionários de todas as Unidades.

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