IMPUNIDADE

Quase um ano depois, assassinato de Beatriz Mota segue sem solução


Familiares e amigos realizam manifestação religiosa para lembrar a data e pedir a resolução do caso

Rádio Jornal
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Publicado em 07/12/2016 às 10:36
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Foto: Reprodução

Completou um ano do assassinato da menina Beatriz Mota, morta em Petrolina. Família e amigos fazem manifestação religiosa para lembrar a data e chamar atenção para elucidação do caso.

Para mais detalhes confira a reportagem de Jailson Gomes:

O delegado responsável pelo caso Marcione Ferreira não tem novidades do caso, que poderá ter novas perícias no local do crime.

O CRIME

Beatriz Angélica Mota foi assassinada na noite de 10 de dezembro, com mais de 40 golpes de faca, durante uma formatura do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora, no Centro de Petrolina, no Sertão de Pernambuco.

Segundo a polícia, a menina foi ao evento com os pais. Sandro Romildo, pai de Beatriz, saiu de perto da filha e da mulher para participar da cerimônia. Minutos depois, a mãe percebeu que a filha tinha sumido.

A criança foi achada em um depósito de material esportivo desativado, ao lado da quadra de esportes onde acontecia a formatura. Ela tinha ferimentos no tórax, membros superiores e inferiores. A polícia descartou a possibilidade de violência sexual.


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