CRIME

Quase um ano após assassinato família de Beatriz ainda busca respostas


Diversos protestos foram realizados em Petrolina e no Recife. Até agora, ninguém foi preso

Rádio Jornal
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Publicado em 08/12/2016 às 8:26
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Foto: Reprodução/ Internet


A família da menina Beatriz Angélica Mota, de 7 anos, encontrada morta, com mais de 40 facadas, ainda não teve nenhuma resposta da polícia sobre a autoria do crime. A criança estudava no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, localizada em Petrolina, Sertão do Estado. Beatriz era filha de um professor da escola e participava da festa de formatura da irmã mais velha na quadra da instituição quando foi assassinada.

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Uma longa investigação foi feita pela Polícia e vários protestos foram feitos em Petrolina e no Recife, até agora, mas ninguém foi preso. Neste sábado (10), quando o crime completa um ano, os familiares de Beatriz fazem um apelo nas redes sociais, para que a população compareça no Colégio Auxiliadora.

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No domingo (11) será realizada uma missa, na Catedral de Juazeiro, onde os pais da garota moram, para lembrar a morte da menina Beatriz. Para mais detalhes confira a reportagem de Natália Hermosa:

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O delegado responsável pelo caso Marcione Ferreira não tem novidades do caso. De acordo com ele, o local poderá passar por novas perícias. Enquanto isso, os pais de Beatriz apontam irregularidades na investigação. O casal crê que uma sala de aula que pode ter sido usada para cometer o crime foi reformada dias depois e isso pode ter destruído provas do crime.

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RELEMBRE O CASO


A menina Beatriz Angélica Mota, de 7 anos, foi encontrada morta dia 10 de dezembro de 2015, com mais de 40 facadas, durante a formatura da irmã. O corpo da garota estava em uma sala que funcionava como depósito no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Ela tinha ferimentos no tórax, membros superiores e inferiores. A Polícia descartou a possibilidade de violência sexual.

Segundo a Polícia, a menina foi ao evento com os pais. Sandro Romildo, pai de Beatriz, saiu de perto da filha e da mulher para participar da cerimônia. Minutos depois, menina se afastou da mãe, Lúcia Mota, para ir beber água e não voltou mais.

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As investigações chegaram a apontar cinco funcionários da escola, que não tiveram a identidade divulgada, como suspeitos do crime. Porém, a Polícia acredita que não existem provas suficientes para decretar a prisão deles.

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