Onda de assaltos nas estradas assusta a região


Da Rádio Jornal
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Publicado em 07/03/2012 às 10:48
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Do Redator de Plantão Na próxima quinta (08), os representantes dos sulanqueiros de Caruaru vão se encontrar com integrantes das Polícias e da Prefeitura de Caruaru para cobrar providências com relação à absurda onda de assaltos da madrugada desta quarta (07) nas BRs 104 e 232. Foram sete casos registrados pela Polícia Rodoviária Federal, sendo a mais grave por volta da meia noite, próximo ao município de Panelas. Cinco homens em um Golf, armados com pistolas e usando capuz e colete à prova de balas, dispararam diversas vezes contra o coletivo. Os sulanqueiros José Benedito Florêncio da Silva, José Neves da Silva e Júlio Alves dos Santos ficaram feridos durante a ação dos bandidos. Todos foram medicados no Hospital Regional do Agreste e apenas José Neves, que levou um tiro no ombro, ainda permanece internado. A segunda investida foi na Mata Sul, no município de Quipapá, onde outras três pessoas, em um Celta, foram assaltadas e terminaram feridas. O motorista do Celta, Adalberto Pereira, perdeu o controle da direção e o veículo capotou, caindo em uma ribanceira. Também ficou ferido o casal José Otávio Rodrigues da Silva e Maria do Livramento Farias de Araújo, que também estava no carro. Com escoriações leves, as vítimas tambem foram levadas para o Regional do Agreste, sendo liberadas após serem medicadas. As outras investidas aconteceram na BR 232, nas proximidades de Gravatá, e na BR 104, no município de Cupira. Alguns pontos foram definidos em reunião na tarde de ontem entre a Secretaria de Defesa Social e da Polícia Rodoviária Federal, no Recife. A PRF ficou de fazer um levantamento dos pontos mais crítios das rodovias para intensificar a vigilância no local. Atualmente, 60 Agentes Rodoviários Federais fazem a segurança no agreste pernambucano. A Polícia Rodoviária também informou que vai estudar formas de ajudar a PM a realizar comboios de segurança na área. O inspetor Albuquerque, da PRF, fala do esforço que tem sido feito para combater os assaltos e lamenta o número reduzido de agentes.

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