Paul McCartney toca para um "povo arretado" pela segunda vez, no Arruda


Da Rádio Jornal
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Publicado em 23/04/2012 às 9:24
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"Um salve à terra de Luiz Gonzaga"!

Foi o que disse Paul Mccartney para dar as boas vindas aos pernambucanos que estavam Arruda, zona norte do Recife, na noite deste domingo (22). Na segunda apresentação na capital pernambucana, o ex-Beatle tocou novamente para um estádio cheio, embora não tanto quanto no show da noite anterior. O público era composto por gente de todas as idades, de crianças a idosos. Até um boneco gigante de Paul foi lá prestigiar o original. Fãs dormiram na fila, vieram de longe e enfrentaram horas de espera por causa do grande astro do rock. Aos 69 anos, Paul corria, pulava e supreendia os fãs com sua simpatia nas quase três horas em que esteve no palco. Seja no piano ou na guitarra, o "garoto" de Liverpool que fez sucesso nos anos 60 com os  Beatles não demonstrava que tanto tempo se passou desde então. Quem não entendia o inglês carregado de sotaque de McCartney, com certeza entendeu o "oxente" que ele arriscou no meio do show. Assim como no sábado (21), ele foi só elogios para os fãs, e de um jeito bem pernambucano. A procura pelos ingressos da segunda noite foi menor que a primeira apresentação do britânico. As entradas de sábado e domingo tinham os mesmos preços oficiais - de 160 a 600 reais - mas era possível encontrar cambistas vendendo ingressos por menos de cinquenta reais cada. O setlist foi basicamente o mesmo nos dois dias, mas logo na primeira música deu pra perceber que as duas apresentações teriam sutis diferenças. "Hello goodbye", que nem entrou no setlist de sábado, foi a música que deu início às três horas de apresentação. Os sucessos "Drive my car", "I've just seen a face" e "I saw her standing there" foram as exclusividades do domingo.

Confira o show pirotécnico que aconteceu no palco durante a música "Live and Let Die":

A primeira vez de Paul no Recife deixou lembranças para os fãs. Eles definitivamente vão levar a sério o "até a próxima" que ele disse ao se despedir do "povo arretado".


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