Pai de vigilante morto em assalto a banco reclama de falta de segurança na agência

Da Rádio Jornal
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Publicado em 01/05/2012 às 15:59
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Da Rádio Jornal O pai do vigilante Maurício Lopes da Silva, de 35 anos, Adriano Lopes da Silva, falou em entrevista à Rádio Jornal durante o enterro do filho, na tarde desta terça-feira (1º), que estava tranqüilo, pois seu filho "morreu como um homem de bem", mas denuncia que "se a agência bancária onde ele trabalhava tivesse a porta blindada, ele não teria morrido", afirma. Maurício Lopes da Silva morreu após ser atingido nas costas por disparos de assaltantes durante uma tentativa de assalto na agência do Banco Itaú, localizada dentro do Hospital Português, na Ilha do Leite, nessa segunda-feira (30). O enterro do corpo vigilante ocorreu no cemitério de Santo Amaro, área central do Recife, e reuniu familiares e amigos, que alegam que ele era muito querido e já trabalhava há mais de 10 anos na empresa de vigilância. Ouça a denúncia na reportagem de Rafael Carneiro:

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