Funase abre sindicância para investigar motivos da rebelião ocorrida nessa segunda-feira


Da Rádio Jornal
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Publicado em 29/05/2012 às 15:03
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Da Rádio Jornal A movimentação no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) nesta terça-feira (29), um dia após a rebelião que deixou um adolescente morto e um agente ferido, foi tranquila. O que restou foi bastante trabalho para os funcionários da unidade, que tiveram que remover objetos de ferro e madeira destruídos ou queimados durante a confusão. Durante a terça-feira, as mães de adolescentes internos foram ao local buscar informações sobre os filhos, conversaram com a administração da casa e foram liberadas. As visitas da quarta-feira permanecem confirmadas para a partir das 8h. O repórter Renato Barros esteve no local e traz outros detalhes na reportagem abaixo: De acordo com o advogado do Programa de Direitos da Criança e do Adolescente do Centro Dom Helder Câmara de Estudos e Ação Social (Cendhec), Eduardo Paysan, as rebeliões no local são previsíveis, pois a unidade está num padrão antigo arquitetônico, superlotada e fora dos padrões pedagógicos necessários para o processo de socioeducação. Uma vigília em protesto às vítimas de violência nas unidades da Funase acontece todos os meses. A próxima será no dia 19 de junho às16h na Praça da República, em frente ao Palácio do Governo, pelo fim da violência nas unidades. LEIA TAMBÉM: Agente socioeducativo da Funase agredido em rebelião não corre mais risco de morte

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