Ambulantes reclamam das taxas cobradas pela Basílica do Carmo para comercializar na festa


Da Rádio Jornal
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Publicado em 12/07/2012 às 10:02
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Da Rádio Jornal Ambulantes reclamam das taxas cobradas pela reitoria da Basílica do Carmo para comercializar na festa da padroeira do Recife. Nem só de fé é constituído o evento que tem o ponto alto a próxima segunda-feira (16). As homenagens à Virgem do Carmelo rendem um dinheiro extra para quem negocia, por exemplo, com produtos religiosos. Entretanto, não existe um discurso de paz e harmonia entre os ambulantes que trabalham na festa de Nossa Senhora do Carmo. Optando pelo anonimato, os pequenos comerciantes reclamam da estrutura do evento, iniciado na semana passada. Eles consideram abusiva a quantia exigida pela Ordem dos Carmelitas para negociar neste período. A reportagem da Rádio Jornal tentou entrar em contato com os responsáveis pela festa, mas não obteve resposta. Luciene da Silva, uma das ambulantes se queixa do modelo de evento, faz uma previsão sombria do movimento: Equipes do Procon Recife intensificam, nesta quinta-feira (12), a fiscalização em torno da festa da padroeira. Bares, restaurantes e barracas serão alvo de vistoria na área compreendida entre o Pátio do Carmo, Pátio de São Pedro, além das Avenidas Dantas Barreto, Nossa senhora do Carmo e um trecho da Guararapes. Raquel Moraes, diretora em exercício do Procon Recife, afirma que o aspecto religioso não interfere na ação:

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