Familiares e amigos preparam ato no último adeus ao universitário encontrado morto


Da Rádio Jornal
Da Rádio Jornal
Publicado em 08/01/2013 às 7:45
Leitura:
Do Redator de Plantão Foto: Reprodução / NE10 Familiares e amigos preparam ato contra a violência no último adeus ao universitário encontrado morto em Boa Viagem, Zona Sul do Recife. O corpo de Raimundo Matias Dantas Neto, 25 anos, é velado, na manhã desta terça-feira (08), no Cemitério de Santo Amaro, área central da cidade. Samambaia, como o jovem era conhecido, saiu de casa, em Jardim Fragoso, Olinda, Grande Recife, na última quarta-feira (02), dizendo que iria fazer uma pesquisa de preços. O estudante de Ciências Sociais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) foi encontrado na Avenida Boa Viagem dois dias depois. Os familiares questionam a causa morte apresentada no laudo preliminar do i-m-l afogamento. O caso foi tema de um encontro, na manhã desta segunda-feira (07), entre parentes, amigos e o secretário estadual de defesa social, Wilson Damázio. A delegada Gleide Angelo foi designada para apurar as circunstâncias da morte de Raimundo Matias Dantas Neto. Um procedimento administrativo também irá analisar a conduta dos profissionais do Instituto de Medicina Legal (IML) no episódio. À tarde, colegas de curso de Samambaia realizaram uma mobilização no campus da UFPE, na Cidade Universitária, Zona Oeste da capital pernambucana. Uma comissão se reuniu com o reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Anísio Brasileiro. Ficou decidido que a família do estudante vai receber apoio psicológico da instituição de ensino. Um grupo de trabalho formado por professores e estudantes será criado para acompanhar as investigações. A UFPE também vai acionar o Ministério da Educação e a Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República. Bruna Machado, colega de turma de Samambaia, defende que a instituição precisa estar mais presente: O estudante universitário Raimundo Matias Dantas Neto será sepultado às 14h, no cemitério de Santo Amaro. Liana Lewis, professora de Ciências Sociais da UFPE, fala da motivação racial para o assassinato do rapaz:

Mais Lidas