Ministério Público cumpre mandados de busca e apreensão em produtoras de PE


Da Rádio Jornal
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Publicado em 09/04/2013 às 18:59
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Da Rádio Jornal O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) divulgou nesta terça-feira (09), detalhes da Operação Máscara Negra. A ação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio Grande do Norte e faz parte da Operação Nacional de Combate à Corrupção. No Recife, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. Um na Luan Promoções e Eventos, localizada na Ilha do Retiro, na área central e outro na Fonttes Promoções e Eventos, em Boa Viagem, Zona Sul da capital pernambucana. A ação contou com a participação de 14 policias civis, entre eles, dois delegados. Além de 16 policiais militares; promotores de justiça e servidores do MPPE. Durante a operação, foram apreendidos diversos computadores, documentos, dinheiro e dois veículos. No escritório da produtora localizada em Boa Viagem foram apreendidos quase R$ 7 mil, em dinheiro. Já na Luan Promoções e Eventos, o Ministério Público apreendeu mais de R$ 43 mil, $1mil, cerca de € 16.800. Além de R$ 1.759 milhão, em cheque. De acordo com a promotoria de justiça do Ministério Público do Rio Grande do Norte, o sistema consistia na contratação por valores exorbitantes e superfaturados de bandas e serviços através de procedimentos irregulares de inexigibilidade de licitação com o município de Guamaré, no Rio Grande do Norte. O Ministério Público do Rio Grande do Norte informa ainda, que em apenas dois eventos realizados no município ? no carnaval e na festa da emancipação política de 2012 ? foram gastos mais de R$ 6 milhões. A Luan Promoções foi a representante exclusiva de duas bandas, que teriam sido contratadas com superfaturamento de preço para apresentação artística para a festa de emancipação política do município de Guamaré, no ano passado. Contudo, de acordo com o advogado da Luan, Marco Benevides, a produtora apenas cedeu os documentos exigidos pela justiça e segundo ele não há uma investigação em curso contra a empresa. No caso da nota, um dos sócios teria sido o responsável pela negociação fraudulenta e superfaturada de nove atrações musicais no Carnaval 2012. A reportagem entrou em contato com a produtora de eventos e foi informada de que a direção da empresa não vai se pronunicar sobre o caso. Saiba mais na reportagem de Everson Teixeira, da Rádio JC CBN

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