Procurador geral admite falta de estrutura para segurança de promotores

Da Rádio Jornal
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Publicado em 16/10/2013 às 16:03
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Da Rádio Jornal Um levantamento feito pela Associação do Ministério Público de Pernambuco (AMPPE) revela que 19 promotores do estado estão sob escolta da Polícia Militar. As situações mais graves estão no interior do estado. O assassinato do promotor Thiago Faria Soares, morto na última segunda-feira (14) enquanto seguia para a cidade de Itaíba com a noiva e uma outra pessoa, quando um veículo se aproximou e o suspeito efetuou os disparos, em um trecho da PE-300. Promotor também atuava como professor e era autor de livors. Foto: Reprodução Promotor Thiago Faria também atuava como professor e era autor de livros. Foto: Reprodução É o segundo caso registrado no período de 12 anos. Em maio de 2005, o promotor Rossini Alves Couto foi morto em Cupira. Na época, ele havia entregue documentos à Polícia Federal que revelava um esquema de desvio de dinheiro público nas cidades de Agrestina, Panelas, Cupira e Lagoa dos Gatos. De acordo com o procurador geral de justiça, Agnaldo Fenelon, os profissionais que se sentem ameaçados registram uma queixa para solicitar a escolta policial. Ainda segunda Fenelon, o promotor Thiago Faria Soares não havia registrado nenhum pedido de proteção policial, mas havia solicitado o afastamento de alguns casos. Segundo o procurador geral, a falta de estrutura não garante a devida segurança aos promotores. Em relação aos dados da Associação do Ministério Público, que revelou o número de promotores com escolta policial, Fenelon esclareceu que não há documentos no Ministério Público com a comprovação dessa informação. O repórter Carlos Simões, traz essas informações na matéria:

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