Deixando cargos em Pernambuco, petistas se rebelam contra o PSB de Eduardo Campos

Da Rádio Jornal
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Publicado em 22/10/2013 às 9:30
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Da Redação Atualizada às 14h42 pedro_eugenio_jc_interna Presidente estadual do PT, deputado federal Pedro Eugênio Foto: JC Imagem O Partido dos trabalhadores em Pernambuco formalizou nesta segunda-feira (21) a entrega dos cargos de petistas no governo do PSB no Estado. A decisão foi tomada após uma reunião entre representantes dos diretórios dos partidos em Pernambuco. No encontro, 56% dos representantes votaram a favor da entrega dos cargos. O Presidente estadual do PT, deputado federal Pedro Eugênio, explica que a ideia do PT em se separar do governo PSB evoluiu a partir da entrega dos cargos do PSB do governo Dilma, da aliança com Marina Silva e da intensificação do discurso do partido socialista em procurar diferenciar-se do PT. Apesar da ruptura, Pedro Eugênio diz que o PT deve manter diálogo com o PSB. Saiba mais sobre o caso, na reportagem de Ana Paula Figueiredo, com entrevista de Pedro Eugênio e o secretário da Casa Civil de Pernambuco, Tadeu Alencar: » LEIA TAMBÉM: No Facebook, Teresa Leitão explica postura política aos petistas; Relação do PT com PCR não deve mudar na Câmara do Recife; Eduardo silencia sobre decisão do PT. O governo do Estado já anunciou o nome do substituto para a secretaria de cultura, ocupada pelo petista Fernando Duarte. Trata-se de Marcelo Canuto, que era secretário executivo de relações institucionais e articulação parlamentar da Casa Civil. O petista Oscar Barreto, secretário executivo de agricultura, terá a situação definida pelo governador Eduardo Campos na próxima semana. Já Ana Cláudia Dias Rocha, secretária executiva, assume a pasta do Trabalho com a saída de Antônio Carlos Maranhão do PTB. O petista Eduardo Granja se antecipou ao diretório do PT e oficializou a entrega da Secretaria de Habitação ao prefeito Geraldo Julio. Em reunião com o chefe do executivo municipal, no entanto, ficou decidido que, por enquanto, Granja ainda permanece na pasta para que a transição aconteça de uma maneira equilibrada. Em entrevista à JC News com Aldo Vilela, o secretário afirma que discorda da decisão do partido de entregar os cargos. Para ele, a resolução se pauta apenas em uma agenda eleitoreira e não discutiu a contribuição do partido na Prefeitura:

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