Arte acessível e mergulho nas lendas é legado deixado pelo artista plástico Gilvan Samico

Da Rádio Jornal
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Publicado em 25/11/2013 às 19:30
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samico Foto: Heudes Régis / JC Imagem Gilvan José de Meira Lins Samico, de 85 anos, morreu, na manhã desta segunda-feira (25), no Hospital Português, no Recife. Ele estava internado há semanas para tratar um câncer na bexiga. Pintor e desenhista, Samico era conhecido, principalmente, pelas xilogravuras inspiradas na cultura popular do Nordeste do Brasil. Em entrevista à JC News com Antônio Martins Neto, o crítico de arte e pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, Moacir dos Anjos, comentou o legado de Samico para as artes. Samico começa a ter aulas na década de 50 e, no começo de 1960, iniciou a criação da obra conhecida nos dias de hoje. De acordo com o pesquisador, no ateliê coletivo com Abelardo da Hora compartilhou mais do que afinidades estéticas, mas também postura semelhante em relação à vida, além de uma arte mais acessível às pessoas. A opção pela gravura faz parte do projeto de arte acessível sem ser banal. [Ouça entrevista completa] O corpo de Samico será cremado às 22h, no Cemitério Morada da Paz, em Paulista.

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