Defensoria pública afirma que o Estado deve pagar indenização aos familiares de Mateus


Da Rádio Jornal
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Publicado em 25/11/2013 às 14:23
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Da Rádio Jornal bebe_trombofilia_intern Mateus era tratado com um medicamento chamado Ceprotin pago pelo Estado por decisão da justiça
Foto: TV Jornal

A morte do menino Mateus Henrique, de um ano e quatro meses causou revolta nos familiares. O bebê sofria de trombofilia, doença causada pela ausência da proteína C. Mateus estava internado em um hospital particular e morreu no último sábado (23) com complicações cardíacas.

A criança era tratada com um medicamento chamado Ceprotin pago pelo Estado por decisão da justiça. O medicamento é produzido fora do Brasil e cada ampola custa quase R$ 4 mil. Nos últimos dias, o garoto estava sem o remédio porque o Estado não conseguiu concluir o processo de compra.

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O pai da criança, Eduardo Lacerda, culpou o governo pela morte de Mateus. O Secretário Estadual de Saúde, Antônio Carlos Figueira, rebate e alega que o estado cumpriu o dever de disponibilizar o medicamento à Mateus, mas a eficácia do remédio não é comprovada.

A defensora pública, responsável pelo caso, Natallí Brand, afirma que os laudos médicos sobre o a morte da criança vão ser analisados. Natallí Brand disse ainda que a promotoria deve se reunir com os familiares nos próximos dias para avaliar como vai proceder.

O repórter Carlos Simões traz esses detalhes na reportagem:


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