Estado vai recorrer da decisão que determina saída do secretário de saúde


Da Rádio Jornal
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Publicado em 27/11/2013 às 8:09
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Do Redator de Plantão Atualizado às 14h48 Foto: JC Imagem Foto: JC Imagem

A sentença do juiz Roberto Wanderley Nogueira responde a ação popular impetrada na Primeira Vara. O afastamento do secretário estadual é baseado no fato de que Antônio Carlos Figueira presidia o Imip. O Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira é uma entidade privada e mantêm contratos com o governo do Estado.

A Procuradoria Geral do Estado diz que uma liminar nesse sentido foi cassada no Tribunal Regional Federal da 5ª Região. Neste caso, o recurso de apelação será interposto assim que o Estado for comunicado da decisão.

O procurador geral do estado explica que Antônio Carlos Figueira continua no cargo sem problemas. Thiago Norões afirma que não há motivo para polemizar a interpretação do poder judiciário sobre a gestão publica:

Através da sentença, ficou determinado ainda que o Centro de Transplantes de Medula Óssea (CTMO) do Hemope seja reaberto. Em dezembro de 2011, os pacientes foram encaminhados para o Real Hospital Português. Os críticos da medida argumentam que o fechamento foi efetuado sem a aprovação dos Conselhos Estadual e Federal de Saúde.

Em entrevista ao comunicador Aldo Vilela, da Rádio JC News, o advogado Mauro Feitosa, que impetrou a ação que solicita o afastamento do secretário, contou mais detalhes sobre o caso. Confira na reportagem de Ingrid Andrade:

O juiz federal entendeu que a administração pública não pode transferir a responsabilidade para a iniciativa privada. O Governo do Estado diz que o CTMO será reaberto em março do ano que vem nas dependências do novo Hospital de Câncer.

Liliane Peritore, diretora do grupo Amigos do Transplante de Medula Óssea explica a batalha judicial:

Sobre a medida, o Secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar, conversou com Geraldo Freire no programa Super Manhã desta quarta-feira. Ouça a entrevista:


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