Operação de repressão a casas de jogos, no Recife, acaba com delegado e oficial presos

Da Rádio Jornal
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Publicado em 11/12/2013 às 12:00
Da Redação Atualizada às 15h58 operacao_jc Foto: JC Imagem A polícia civil de Pernambuco desencadeou na manhã desta quarta-feira (11) a "Operação Última Jogada", com o objetivo de identificar e prender pessoas suspeitas de envolvimento em esquema de corrupção envolvendo atividade de casas de jogos que utilizam máquinas caça níquel, no Recife. Entre as pessoas detidas estão nove policiais, entre civis e militares, incluindo um delegado da Polícia Civil e um oficial da Polícia Militar de Pernambuco. Devem ser cumpridos 15 mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão domiciliar contra a administração pública e a ordem tributária da Capital. Todos os envolvidos e o material apreendido estão sendo levados para a sede do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil, no bairro do Cordeiro, Zona Oeste do Recife. operacao_goe_carneiro Foto: Rafael Carneiro/ Rádio Jornal O repórter Rafael Carneiro entrevistou o chefe da Polícia Civil de Pernambuco, Osvaldo Moraes, que detalhou que a operação acontece há mais de um ano e que os policiais detidos são acusados de ter cometido delitos como repassar informações, dar proteção e coagir policiais para que não fiscalizassem casas de jogos. Ouça na reportagem: Os trabalhos investigativos vinham sendo realizados pela Delegacia de Crimes Contra a Administração e Serviços Públicos e contou com a participação de 248 homens, sendo delegados, agentes e escrivães. Os presos foram encaminhados para o Cotel e Centro de Reeducação da Polícia Militar (Creed).