Pacientes pagam caro por falta de medicamentos no laboratório público do Estado: o Lafepe

Da Rádio Jornal
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Publicado em 27/01/2014 às 11:30
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Da Redação Por Karoline Fernandes lafepe Foto: Reprodução da Internet/ Site Lafepe O Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco Governador Miguel Arraes (Lafepe), foi fundado em 1966 com o objetivo de produzir medicamentos a baixo custo para as populações de menor poder aquisitivo. Com faturamento médio anual de R$ 91 milhões, o Lafepe desenvolve, produz e comercializa medicamentos destinados às necessidades das políticas de saúde pública. É o segundo maior laboratório público do brasil, e único fabricante do Benzonidazol, medicamento que combate o Mal de Chagas. Entretanto, essa substância está em falta há pelo menos três meses na farmácia de Pernambuco, que disponibiliza gratuitamente medicamentos especializados, conforme determinação do Ministério da Saúde. A reportagem foi até farmácias do Lafepe e conversou com pacientes que dependem de medicamentos disponibilizados pelas unidades e constatou que medicamentos mais simples, que compõem o incentivo à assistência farmacêutica básica do Programa Saúde da Família, sempre estão disponíveis: como o analgésico Acido Acetilsalicilico, o popular ASS. O problema são os remédios mais complexos. A repórter Karoline Fernandes investigou o caso e conta todos os detalhes do problema na reportagem especial a seguir. A sonorização é do técnico Tony Vasconcelos. A direção do Lafepe foi procurada pela reportagem. O coordenador de vendas do laboratório, Djalma Dantas, informou que a produção do benzonidazol, que combate o mal de chagas, está regular, e deveria ser distribuído nas unidades municipais de saúde. Já a venda de antibióticos, realmente está paralisada e sem previsão de ser retomada. A justificativa, é que o sistema de informação que registra as receitas médicas exigidas para este tipo de medicamento, ainda não está pronto e a licitação para compra deste sistema ainda não tem prazo.

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