Advogado diz que filhos de Sulivan não abriram a porta por não reconhecer policiais à paisana

Da Rádio Jornal
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Publicado em 03/02/2014 às 11:30
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Da Redação

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Foto: Divulgação/ Polícia Federal

Na última sexta-feira (31), a Polícia Federal realizou a operação Net Control, com o objetivo de combater crimes de pedofilia e racismo. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, resultado de investigações produzidas através de três inquéritos policiais originados no ano de 2012, no Recife e em São Paulo.

O filho do cantor Leonardo Sulivan, Renato Menezes, foi um dos investigados pela Polícia Federal e, de acordo com o cantor, houve excessos por parte da equipe da PF.

De acordo com Renato Menezes, a Polícia Federal chegou até o local com o mandado de busca, armas em mãos e usou da força para render um dos moradores da  residência. Para o advogado da família, Moacir Veloso, é evidente que houve excesso na operação da Polícia Federal.

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Em entrevista à Rádio Jornal, ele questiona como a família ia imaginar que, às 5h30, seis homens usando traje civil e pedindo para entrar na casa da família seriam policiais. Ele também alega que nenhum membro da família seria capaz de fazer uma declaração racista porque, dentre outros motivos, eles são afrodescendentes:

Em entrevista à Rádio Jornal, realizada pelo comunicador Aroldo Costa, o assessor de Comunicação da Polícia Federal em Pernambuco, Geovani Santoro, explica que os policiais tiveram que derrubar o portão da casa porque um dos moradores demorou de 10 a 15 minutos para permitir a entrada dos policiais.

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