Polícia desmente versão de que menino de seis anos foi usado como escudo humano


Da Rádio Jornal
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Publicado em 11/02/2014 às 10:02
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Do Redator de Plantão da Rádio Jornal Foto: @flavinhamelo/ Twitter Após enterro, moradores do Totó realizaram um protesto na BR-101. Foto: @flavinhamelo/ Twitter O clima entre os moradores da Rua Botumirim, na Zona Oeste do Recife, é um misto de tristeza e revolta. O corpo de Miguel Almeida de Lima Freitas, de 6 anos, que foi baleado durante um atentado no último sábado (8), foi sepultado na segunda-feira (10), no cemitério Parque das Flores, no bairro do Sancho. O garoto morreu neste final de semana após ser atingido com um tiro na cabeça a poucos metros de casa. Ele brincava de bola de gude com outros meninos quando foi baleado por dois homens que chegaram em uma moto. O alvo da empreitada criminosa era Walber Gutemberg Ribeiro da Cunha, de 19 anos, que foi atingido na perna, mas sobreviveu. Depois do enterro do Menino Miguel, moradores do Totó realizaram um protesto e o trânsito ficou congestionado na BR-101. Camila Santana, prima do garoto assassinado afirma que de fato a versão de escudo humano é verdadeira: A polícia já apurou que Walber Gutemberg Ribeiro da Cunha se envolveu numa confusão numa festa, no final de semana. Os suspeitos de atirar na criança de seis anos são conhecidos na comunidade do Totó como Bruno e Dan. No entanto, o sobrevivente da ação criminosa estaria sendo ameaçado de morte por conta do desfecho trágico. O delegado Ivaldo Pereira do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) diz que se trata de um caso de bala perdida:

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