No DHPP, expectativa para prisão de outros suspeitos de atirar vaso sanitário em torcedor

Da Rádio Jornal
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Publicado em 06/05/2014 às 17:03
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Da Rádio Jornal O cenário da morte de Paulo Ricardo era devastador Foto: Guga Matos/JC Imagem O cenário da morte de Paulo Ricardo era devastador
Foto: Guga Matos/JC Imagem

Depois da prisão do auxiliar de serviços gerais Everton Felipe Santana, de 23 anos, na segunda feira (5), outros dois suspeitos de matar o torcedor Paulo Ricardo Gomes da Silva estão foragidos.

No Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a expectativa para a prisão de outros suspeitos de terem participação no crime é grande. A repórter Clarissa Siqueira acompanha a movimentação:

A polícia investiga o histórico de confusões envolvendo Everton Felipe Santiago. Fotos publicadas em redes sociais mostram que o suspeito era integrante da Inferno Coral, organizada do Santa Cruz. Ele costumava viajar com a torcida e teria participado de uma briga contra torcedores de uma outra organizada no CRB em Maceió.

Everton foi preso depois de confessar a participação na morte do torcedor rubro-negro. Em entrevista ao âncora, Aldo Vilela, o advogado de Everton, Adelson José da Silva, discordou da postura da polícia em relação à prisão em flagrante.

Na tarde desta terça-feira (6) familiares e amigos de Paulo Ricardo Gomes da Silva realizam uma caminhada pela paz no bairro do Pina, Zona Sul do Recife. O grupo vai contar com a solidariedade de parentes do torcedor do náutico, Lucas Lyra, que foi vítima de um tiro na cabeça durante a partida do timbu contra o central, no dia 16 de fevereiro do ano passado. A mãe de Lucas, Cristina Lyra, afirmou que o Estado não está pronto para sediar a Copa Do Mundo.

Paulo morreu na última sexta-feira (2), no bairro do Arruda, atingido por um vaso sanitário airado de dentro do estádio tricolor.

O repórter Carlos Simões, traz outras informações:

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