Apenas um suspeito confirma presença na reconstituição do crime

Da Rádio Jornal
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Publicado em 12/05/2014 às 9:08
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Da Rádio Jornal Atualizado às 15h03 Delegada Gleide Ângelo participa da reconstituição. Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem Delegada Gleide Ângelo, responsável pelas investigações, participará da reconstituição
Foto: Hélia Scheppa/JC Imagem

A Justiça autorizou que o trio de acusados esteja presente na reconstituição, mas apenas um dos suspeitos confirmou presença. A reconstituição está marcada para começar às 18h desta segunda-feira (12), no Estádio do Arruda, com a presença de equipes do Instituto de Criminalística.

O advogado de Eventon Felipe Santana, 23 anos, Adelson José da Silva confirmou a presença do cliente. Já o representante de Luiz Cabral Araújo Neto, 30 anos, o advogado Carlos Alberto Rodrigues afirmou que o suspeito não vai comparecer à reconstituição. E Jurandir Alves, advogado de Waldir Pessoa Firmo Júnior, 34 anos, disse que ainda vai decidir se o cliente participará.

Confira os detalhes na matéria de Ítala Alves:

O trio continua numa cela isolada no Centro de Triagem do Cotel, em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife.

O torcedor do Sport, Paulo Ricardo Gomes da Silva, foi atingido por um vaso sanitário lançado da arquibancada. Ele era metalúrgico e tinha 26 anos. A vítima participava da Torcida Jovem do Sport, parceira da Torcida Fúria Independente do time do Paraná.

Gleide Ângelo, delegada responsável pelo inquérito justifica porque o trio vai responder por homicídio doloso:

Os vasos sanitários foram atirados no corredor de acesso à arquibancada superior do José do Rego Maciel. A polícia revela ainda que três pessoas ficaram feridas com os estilhaços, mas todas já receberam alta médica. Os torcedores da Inferno Coral vão responder por homicídio duplamente qualificado e tentativa de homicídio, no caso dos feridos.

No sábado, durante o jogo do Santa Cruz na Arena Pernambuco, foi deflagrada uma campanha pela paz. Até a imprensa apoiou a iniciativa e a cor branca simbolizou um basta à violência protagonizada pelas torcidas organizadas.

Quem acompanhou a partida percebeu uma preocupação maior dos órgãos de segurança, inclusive nas estações do metrô. O autônomo Gilson Henrique levou a família, mas admite que em clássicos prefere acompanhar pelo rádio:

A tragédia ocorreu no dia 02/05, no Estádio do Arruda, na partida em que Santa Cruz e Paraná Empataram em 1 X 1.

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