Neurologista fala sobre uso de composto da maconha para enfrentar a epilepsia


Da Rádio Jornal
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Publicado em 17/05/2014 às 18:40
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Da Rádio Jornal Cena do documentário Ilegal, de Tarso Araújo e Raphael Erichsen, que mostra o drama de uma brasileira de 5 anos com epilepsia grave que apresentou melhora com derivado da maconha. Foto: Divulgação Cena do documentário Ilegal, de Tarso Araújo e Raphael Erichsen, que mostra o drama de uma brasileira de 5 anos com epilepsia grave que apresentou melhora com derivado da maconha. Foto: Divulgação A luta da família de uma criança de cinco anos, que sofre com um grave tipo de epilepsia pode desencadear a mudança no confronto da doença com o surgimento de um novo instrumento médico. O caso é o da pequena Anny Fischer, cuja família tem que financiar um remédio que tem em sua fórmula um composto proibido no Brasil: o canibidiol, presente na maconha. O componente ajuda a enfrentar casos de epilepsia que não são controlados com a medicação tradicional. O uso do canibidiol em remédios está próximo de ser alcançado com a possível liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Sobre o assunto, Aroldo Costa, no comando da "Supermanhã" deste Sábado (17) conversou com o neurologista Paulo Brainer. De acordo com o médico, seria um passo importante a liberação da susbstância: "seria um grande passo e ajudaria muita gente", afirmou. Ele falou ainda que o canibidiol já é liberado em várias localidades do mundo. Escute a entrevista na íntegra no áudio abaixo.

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