Uma semana após onda de saques, lojistas de Abreu e Lima ainda não se sentem seguros

Da Rádio Jornal
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Publicado em 20/05/2014 às 10:33
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Da Rádio Jornal Atualizada às 11h20 No centro comercial da cidade, a 16km do recife, o movimento de consumidores é pequeno. Por outro lado, os funcionários seguem a rotina de reorganizar as prateleiras para a reabertura das lojas. Com medo e diante dos boatos, os comerciantes reforçaram a segurança com a colocação de grades e tapumes. Seguranças particulares passam a ser figuras obrigatórias em pontos estratégicos do centro de Abreu e Lima. Enquanto isso, cresce o número de pessoas devolvendo produtos diversos na delegacia do bairro de Timbó. Constrangido, o cobrador do transporte alternativo, Alexandre Barbosa, foi entregar um aparelho de TV: Uma dona de casa que prefere o anonimato desconversa ao ser indagada pela repórter Karoline Fernandes: A informação de que nesta quarta-feira (21) policiais civis vão suspender as atividades deixou os lojistas apreensivos. Na segunda-feira (19), o gerente da Eletroshopping de Abreu e Lima, Almir Andrade, se mostrava otimista com a reabertura do estabelecimento: O Sinpol informa que não participa da caminhada na tarde desta quarta-feira (21) da Praça Oswaldo Cruz até a Praça da República, no Recife. José Câmara, gerente da Credmóveis, diz que o quadro é preocupante em Abreu e Lima por conta do tamanho dos estragos: A delegacia de Abreu e Lima recebeu ontem o reforço de três escrivães e quatro agentes para atender a demanda. O delegado Alberes Félix afirma quais são os encaminhamentos adotados diante dos episódios que alteraram a rotina da cidade: >> Lojistas mobilizam cidade para mostrar que Abreu e Lima não deve ficar com a imagem manchada para o mundo Saiba mais na reportagem de Carlos Simões:

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