Associação dos Delegados orienta fim dos Plantões de Jornada Extraordinária


Da Rádio Jornal
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Publicado em 22/05/2014 às 9:58
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Da Rádio Jornal Para tentar melhorar o terceiro pior salário do país, os profissionais de segurança pública se veem obrigados a fazer hora extra. Com o valor abaixo do ideal, a associação que representa a categoria orienta o fim dos chamados Plantões de Jornada Extraordinária (PJEs). Com isso, o expediente em várias delegacias fica restrito ao horário comercial que termina às 18h. Os delegados se queixam também da falta de condições de trabalho para concluir os inquéritos. Eles denunciam que há delegacias onde os titulares compram material de expediente com dinheiro do próprio bolso. Na rodada de negociação, o secretário da Casa Civil, Luciano Vasquez, alega que as reivindicações vão de encontro a Lei de Responsabilidade Fiscal. Francisco Rodrigues, um dos diretores da Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (ADEPPE) , diz que o que muda a partir de agora: O secretário Estadual de Defesa Social falou sobre a operação padrão ao comunicador Geraldo Freire nesta quarta-feira (21). Ouça a entrevista completa aqui. Alessandro Carvalho explica que não há prejuízo nos serviços oferecidos a população nas delegacias: >> Governo estadual promete analisar pauta apresentada pelos policiais civis de oposição ao sindicato oficial O protesto anunciado pela dissidência do Sinpol, conhecida como Movimento pela Mudança, não teve a dimensão propagada, sobretudo nas redes sociais. Além de melhores condições de trabalho, os agentes, comissários e escrivães reivindicam reajuste nas gratificações. Nesta quarta-feira (21), dia da mobilização nacional da segurança pública, as delegacias funcionaram normalmente em Pernambuco. Cerca de duzentos policiais civis participaram da passeata da Praça Oswaldo Cruz até o Palácio do Campo das Princesas, na Praça da República. No início da noite, uma comissão com cinco integrantes entregou a pauta aos representantes do Governo do Estado. Em nota, o poder público diz que vai analisar todos os itens, mas sem fixar um prazo de resposta. Um dos coordenadores do Movimento pela Mudança, Aureo Cysneiros, fala da mobilização:

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